Autor de Santos Dumont número 8 recria livro no Twitter
23 abr
Por: | Categorias: Artigos, Dicas
Conta-se que o pai da aviação, Alberto Santos Dumont, numerou suas invenções de 1 a 22. Somente a invenção número 8 não constava em quaisquer registros.
No livro “Santos Dumont número 8”, o carioca Cláudio Soares realiza um mergulho no mundo de superstições que envolviam este genial inventor que pode nos levar a crer que a invenção número 8 tratava-se do próprio 14 Bis.
Agora, os twitteiros de plantão poderão acompanhar essa história. Cláudio Soares criou o perfil @SD8, abreviação para o título da versão impressa, que procura não somente copiar e colar os textos do livro, mas também personalizar a obra, criando sua versão online. “A idéia é identificar formas de personalizar a experiência de leitura, de acordo com as preferências do leitor, usando para isso o potencial de adaptação da internet”, disse o autor em entrevista ao G1.
Esta experiência, apesar de inovadora, encontra sua maior dificuldade na absorção sequencial da narrativa. Por isso, foi preciso que o escritor a dividisse em vários perfis, oferecendo opções para que os leitores ‘capturados’ no Twitter pudessem sempre acessar e ler a história completa.
O SD8 é uma ação pioneira na twitterização de um livro brasileiro e os internautas poderão acompanhar os twitts desta iniciativa até o dia 20 de julho. Segundo Soares, o seu principal objetivo é “experimentar uma multinarrativa interativa, personalizável, sinestésica, distribuída, linkada a canções, vídeos e artigos da Wikipédia.”
Em plena era digital, essa seria uma forma interessante de promover grandes cânones da literatura. Será que essa moda pega?
Mais um case e, dessa vez, nos surpreendemos com a rapidez e a capacidade de influenciar comportamentos que a Internet tem. É importante notarmos como esse tipo de mídia vem ganhando espaço e credibilidade junto aos clientes e como, na mesma velocidade com que ela é capaz de fortalecer uma marca, também pode “desconstruí-la.”
Tudo começou com uma banca de calçados no mercado de Vila Nova. Hoje, são trinta anos de mercado, dez lojas em Goiânia, 500 empregos diretos e um jeito todo especial de atender seus inúmeros clientes.
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