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Arquivo para janeiro, 2011

A maior edição brasileira da Campus Party chega ao fim. #cpbr4

24 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Eventos, Notícias

Os últimos dias do maior evento tecnológico do mundo foram memoráveis. Uma das duas presenças marcantes no quinto dia foram as de Alexandre Ottoni e Deive Pazos, ambos responsáveis pelo Jovem Nerd, um dos maiores blogs de conteúdo nerd da internet brasileira. Foi só a apresentação começar no palco principal que praticamente as filas de entrada e saída do pavilhão acabaram – eram centenas de campuseiros reunidos vibrando com Alottoni e Azaghal, como são conhecidos. Os blogueiros fizeram um podcast ao vivo no palco principal sobre o tema “Orgulho Nerd” e agradaram, como era de se esperar.

Já no sábado, a atenção dos campuseiros foi praticamente toda voltada ao engenheiro de computação e co-fundador da Apple, Steve Wozniak. “Woz”, como é mais conhecido, foi a maior celebridade do evento na opinião da maior parte das pessoas que estavam lá. Em sua palestra, ele criticou o fato de a Apple não permitir ao usuário desenvolver seus próprios aplicativos. “Temos centenas de milhares de ótimos aplicativos, mas esse controle é uma preocupação. Não entendo por que a pessoa não tem o direito de criar os seus próprios usando ferramentas open source”. Mas em contrapartida elogiou Steve Jobs, “ele é daquelas pessoas que realmente podem mudar o mundo”.

A Campus Party 2011 foi encerrada oficialmente por volta das 23h do sábado pelo diretor do evento, Mário Teza. Porém, as atividades foram completamente finalizadas às 12h do domingo, dia 23. Segundo Teza, a organização estuda criar nas próximas edições um evento simultâneo no Rio de Janeiro, além de São Paulo, e conectar as duas capitais por meio de videoconferências. Além disso, o evento poderá ter uma sede em Manaus em 2012.

Com a primeira edição em 2008, a Campus Party brasileira vem promovendo a troca de conhecimento e experiências em atividades relacionadas a computadores, comunicações e a novas tecnologias.  O evento recebe anualmente tendências nacionais e internacionais em diversos segmentos, como robótica, desenvolvimento de softwares, cultura digital, modding, segurança em redes e criatividade digital.

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A festa continua e a nossa cobertura também! #cpbr4

21 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Eventos, Notícias

O 3º e 4º dia de Campus Party agradaram. Se por um lado imprevistos como queda de energia aconteciam, por outro, as ótimas palestras, debates e oficinas compensavam. Os destaques de quarta-feira foram as palestras de Jon Maddog Hall (diretor executivo da Linux internacional) e de Tatiana Rappoport (cientista e bacharel em física).

Após participar de edições anteriores, Maddog, figurinha já carimbada na Campus Party brasileira retornou ao palco principal para, segundo ele mesmo, “introduzir a população de países em desenvolvimento, como o Brasil, na era digital”. Em sua palestra, ele procurou mostrar as vantagens que a liberdade de acesso ao código dos programas, por desenvolvedores, pode trazer à população, quando a sociedade está em rede. Já Rappoport, cientista brasileira que estuda as propriedades do grafeno, uma nova forma do Carbono com promissoras aplicações em eletrônica – pesquisa que levou o Prêmio Nobel de 2010 -  comentou sobre as possíveis aplicações dele na computação, como por exemplo, na utilização do material como um supercondutor, 100 mil vezes mais rápido que os atuais.

Também em defesa da liberdade na rede, o debate “Hackeando Dados – Democratizando os dados públicos” trouxe ao palco “Social Media” os profissionais brasileiros Daniel Filho, Pedro Valente, Daniela Silva e Martha Gabriel. O bate papo falou sobre como as informações geradas por ferramentas de mídias sociais podem revelar dados sobre a nossa sociedade (e não é que revelam mais do que se imagina?).

Ainda no 3º dia, neste mesmo palco, o assunto que nunca deixa de causar polêmica “Confiabilidade da informação nas redes sociais” foi discutido por Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do NIC.br; Ana Brambilla, jornalista e editora de Mídias Sociais do portal Terra; Alexandre Matias, editor do caderno Link do jornal O Estado de SP; o diretor editorial da Tambor, André Forastieri e o especialista em cultura digital Gil Giardelli. A conclusão que se chegou foi que, com a quantidade de informações que circula atualmente nas redes é muito importante que se haja o bom-senso de checar a veracidade das fontes e informações, principalmente por parte dos jornalistas.

Três meses após as eleições presidenciais, as campanhas políticas digitais não deixaram de ser assunto no 4º dia de evento. Na tarde desta quinta-feira, Soninha Francine, Marcelo Branco, Caio Túlio Costa e Fernando Barreto debateram o uso das mídias sociais na campanha eleitoral de 2010. Trolagem, influência das mídias de massa, filtro de Twitter e engajamento estiveram em pauta. À frente da campanha de Marina Silva na época das eleições, Caio Túlio Costa citou como diferencial a “mensagem profundamente positiva” que a candidata disseminou pelas redes. Segundo o coordenador, o êxito no uso das mídias sociais nas últimas eleições era uma questão de saber o que falar e com quem falar. “No Orkut nós falamos com os evangélicos. No Facebook, especialmente com as mulheres e com os intelectuais. No Twitter falamos com jovens e com a vanguarda da internet”, categoriza.

O que a gente pode dizer da 4ª edição do maior evento tecnológico do mundo é que tem sido muito produtivo. E que vem os próximos dias!

Palestra de Tatiana Rappoport

Games

Visão geral do palco principal

Steve Crocker, um dos criadores da internet

Robô da Petrobrás

Fotos: Henrique C. Pereira.

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A festa começou. #cpbr4

19 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Eventos, Notícias

Começou nesta segunda-feira, dia 17, a tão esperada 4ª edição (brasileira) do maior evento de tecnologia do mundo, o Campus Party. Além da costumeira internet de 10Gb, o clássico mar de barracas e os excelentes palestrantes de sempre, uma novidade dessa edição é o uso do protocolo IPv6 que pretende aumentar a disponibilidade de endereços fixos na web.  O evento acontece em São Paulo no Centro de Exposições Imigrantes e vai até domingo.

A cada ano, a Campus Party concentra mais e mais pessoas dispostas a compartilhar experiências, unir talentos para discutir e construir o futuro da web. Com ingressos esgotados dois meses antes da realização, o número de participantes saltou de 6.500 da última edição para 6.800. Entre essas centenas de geeks, profissionais de web e afins, está nosso arquiteto da informação, Henrique Costa, campuseiro assíduo (participante desde a 1ª edição). O evento é divido em quatro zonas principais: Inovação, Criatividade, Ciência e Entretenimento Digital. A circulação dos “campuseiros”, como são conhecidos os participantes, é livre entre estes espaços.

A CampusParty se propõe a ser um espaço de reflexão sobre o impacto da tecnologia e da internet no mundo. Essa preocupação fica ainda mais evidente quando olhamos a lista de personalidades que estão entre os destaques da programação. Entre eles: Al Gore (ex vice presidente norte-americano), Ben Hammersley (Editor especial da importante revista Wired), Steve Wozniak (co-fundador da Apple) e Tim Berners-Lee (professor do MIT, a quem é creditada a invenção do World Wide Web). Já entre as estrelas brasileiras, marcam presença os queridíssimos e carismáticos blogueiros do Jovem Nerd (um dos blogs de tecnologia e cultura pop mais respeitados do país).

Entre os assuntos debatidos até o momento, estão: a evolução das startups e o controle da web por parte das empresas e governos. Tim Berners-Lee, considerado o “pai da web”, chamou a atenção dos participantes para a necessidade da internet continuar livre. Segundo ele, a liberdade de acesso aos dados poderá ser comprometida “por empresas que estão sempre tentadas a controlar o fluxo das informações”.

Alguns incidentes foram registrados nesses primeiros dias, como duas quedas de energia, mas nada que estragasse a festa. Para ilustrar este post, o nosso correspondente tirou várias fotos dessas primeiras horas de evento e separamos algumas delas:

Fila de entrada na segunda-feira

Palestrantes: John Maddog Hal (Diretor executivo da Linux), Tim Berners Lee (professor do MIT) e Kul Wadhwa (diretor da Wikipedia)

Área de camping

Al Gore (ex vice presidente norte-americano), Ben Hammersley (editor da revista Wired) e Tim Berners (professor do MIT)

Visão geral de um dos locais das palestras

Fotos Henrique C. Pereira.

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Ações em mídia digital: Soluções interativas que geraram bons resultados.

18 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Clientes, Webroom

Para mostrar um pouco das ações desenvolvidas para a incorporadora Brookfield Incorporações no ano de 2010, elaboramos um compilado de várias campanhas com seus respectivos resultados. Algumas delas, além do retorno positivo em vendas, tiveram ótima repercussão em sites especializados, como: Próxxima e o ADNews.

A Brookfield é uma das líderes do setor imobiliário brasileiro, resultado da integração entre três empresas consagradas e que sempre souberam construir grandes sucessos; Brascan Residential, Company e MB Engenharia. Trata-se de um grupo que reconhece a importância e o poder das redes sociais como ferramenta de marketing. Confira:

No que se refere a campanhas atuais, estão no ar no momento: Eu Sou Fã de Taguatinga, Invente Sua Fórmula e Jetaime Marista.

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O E-mail Marketing ainda dá resultado, pode apostar.

14 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

Novas pesquisas comprovaram o que parecia ser dúvida para alguns profissionais da comunicação: o e-mail marketing continua dando resultado e tendo boa aceitação por parte dos usuários.

A ABRADI (Associação Brasileira das Agências Digitais), realizou recentemente a 2ª edição do Censo Digital e o resultado obtido foi o seguinte: a ferramenta ocupou a 3ª colocação entre as competências mais significativas das mais de 150 agências digitais que responderam as questões, perdendo apenas para websites e programação.

Com base nessa pesquisa, fica evidente que neste segmento o e-mail marketing ocupa um lugar de destaque porque gera resultados expressivos e mensuráveis tanto para a agência digital quanto para o cliente. Apesar de todas as mudanças provocadas pelas redes sociais, outra pesquisa feita pela Forrester revela que os e-mails promocionais influenciam na compra de 12% dos consumidores e são o 2º fator determinante para a realização de uma compra online (76%), perdendo apenas para familiaridade com a marca (78%).

A última delas, mas não menos importante, foi conduzida pela Inova Tecnologias e mostra que 76% dos usuários preferem (diante de vários veículos online) receber novidades e ofertas das empresas através de e-mail marketing, mas também esperam, evidentemente, que essas mensagens venham com conteúdo editorial relevante.

Bom, amigos internautas, aquele e-mail que está na sua caixa de entrada, no momento, certamente ainda tem lá as suas qualidades e ainda continuará sendo enviado.

Fontes: BlueBus, Dinamize e Exame

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Compra coletiva, você ainda vai fazer uma.

12 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

- Depilação completa de R$ 135 por R$ 29
- Pacote de viagens para Porto Seguro de R$3.450 por R$1.725
- Pizza grande de R$ 35 por R$ 9,90

Não gente, ninguém está doido! Essas ofertas são reais e estão na internet. Bem vindo ao mundo das compras coletivas onde descontos como estes são aos montes e muito bem aproveitados.

Para quem ainda não sabe bem do que se trata, o blog da Webroom explica.

O modelo mais comum funciona assim: um site oferece um serviço ou produto com descontos de 50% a 90%, durante 24 horas, mas esse preço baixinho só tem valor se um número determinado de pessoas comprar a oferta. Depois de atingido esse número mínimo, todos ganham cupons que dão direito à promoção.

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos” e tem virado de ponta cabeça o e-commerce. Graças a este conceito, o brasileiro descobriu uma nova forma de comprar pela internet, com muito mais economia e praticidade.

De acordo com o Blog Ecommerce, este serviço nasceu em 2008 nos EUA, através da pioneira GroupOn. No Brasil, teve início com o Peixe Urbano, lançado no final do mês de março de 2010 e é febre desde então. O país já conta com 405 sites de compra coletiva, segundo registros contabilizados pelo Bolsa de Ofertas. O número é grande, e pelo que estamos vendo por ai, parece que não vai parar de crescer.

Os sites de compra coletiva mexem com um fator que é fundamental na hora da compra: o tempo. O relógio está correndo e o consumidor faz a compra por impulso. Muitas vezes, ele não precisa tanto daquilo que está levando, mas compra. A promoção está lá, vai durar muito pouco e, na dúvida, muitos optam por aproveitar.

Esses sites vem se tornando uma estratégia de marketing tão eficaz que muitas empresas de pequeno e médio porte estão adotando a iniciativa e, cada vez mais, se surpreendendo com os resultados. “Na maioria das situações, a gente bate o mínimo por muito. A gente teve uma iogurteria no Rio de Janeiro que, achou que o número mínimo era 50, e a gente vendeu 23 mil frozen yogurts em 24 horas, que é o número que eles vendem em três meses”, diz Júlio Vasconcellos, criador do site Peixe Urbano.

Quando se fala em compra coletiva, também devemos chamar a atenção para os sites agregadores. A rápida proliferação das páginas de compra coletiva provocou o surgimento de um novo tipo de site, os que agregam as ofertas. O primeiro deles, o SaveMe, surgiu em julho de 2010 e reúne em um mesmo ambiente todas as ofertas de sites de compras coletivas e clubes de compras do país divididas por cidade e por categorias de produtos e serviços.

Se você ainda não fez nem uma comprinha por esses sites, prepare-se!

Fonte: G1

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