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Arquivo para fevereiro, 2011

Cinco coisas que não se deve fazer no Facebook.

23 fev

Por: Talitta Comacio | Categorias: Artigos, Curiosidades, Dicas

A rede social que cresce cerca de 12% ao mês no Brasil não vem sendo utilizada de uma forma correta. E para aproveitar tudo o que o Facebook tem para oferecer ao seu negocio, veja abaixo 5 coisas que sua empresa não deve fazer na grande rede:

1) Não deixar com que pessoas comentem na Página da sua empresa.
Em Social Media é quase um crime bloquear comentários em uma rede que existe para fazer uma interação em comunidade. Você deve saber o que o cliente tem a falar sobre seu produto, responder e tentar melhorar o que não for considerado bom. Além de tudo, quando uma pessoa interage com a sua página, é registrado no perfil dela e isso expõe a sua marca para quem ainda não é seu consumidor.

2) Criar um Perfil para a sua empresa ao invés de uma Fan Page.

Já está claro que os perfis são para pessoas e páginas para empresas. As “features” (páginas) foram feitas justamente para isso, tanto que dão às empresas um “analytics” e estatísticas do que as pessoas estão fazendo dentro da sua página.

3) Deixar a página estática.
Atualize sempre sua página, isso fará com que as pessoas interajam e sua comunidade cresça.

4) Plagiar Conteúdo ou outras Fan Pages
Copiar a Fan Page de uma outra empresa, além de ser eticamente incorreto é uma tremenda falta de criatividade. Engana-se quem pensa que o público não percebe.

5) Não estar no Facebook.

O Facebook tem mais de 550 milhões de usuários, só no Brasil são 12 milhões. Quer mais visibilidade do que isso? Sua empresa deve estar onde o seu público está e ser visto por ele. Com certeza o Facebook pode te ajudar nisso.

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Cobertura Social Media Week São Paulo – Último dia

14 fev

Por: Webroom | Categorias: Eventos, Notícias

Foto: Anderson Alves

O quinto e último dia dedicado ao Social Media Week foi preenchido com debates sobre geolocalização, conteúdo relevante, movimentos sociais, negócios, globalização, fail e fama. Veja quais foram os painéis da sexta-feira: Geo-localização: charme ou realidade, gadget ou business?, Conexões de ideias, Mídias Sociais Como Negócio, Local vs Global e O Que Bombou e o Que foi #Fail em 2010.

O primeiro deles trouxe uma discussão sobre quais os rumos da geolocalização. E aí, é só moda ou veio pra ficar? Pra quem ainda não sabe do que se trata, a geolocalização é o que permite que um computador que esteja conectado à internet encontre uma localização geográfica. A aposta dos participantes do debate é que nós estamos somente no começo e que, cada vez mais, as pessoas querem compartilhar onde estão e o que estão fazendo.

Segundo Juliana Lima, a geolocalização “hypou” com o Foursquare, aplicativo que já possui mais de 6,5 milhões de usuários no mundo. Durante o painel, ela e outros na mesa lembraram a campanha desenvolvida pela It’s Digital para o Spoleto, uma grande rede de culinária italiana no Brasil. Nesta ação, o Mayor das lojas selecionadas ganha uma massa tradicional a cada 6ª feira.

No debate ainda foram discutidas questões sobre geolocalização vs privacidade, além de exemplos de estratégias de campanhas usando essa tecnologia.

Em Conexões de ideias, Bruno Mastrocolla moderou um bate-papo sobre cases, ideias e insights colaborativos. Durante a conversa, os participantes falaram sobre como o conteúdo se torna relevante na Internet, sobre como as redes sociais estão se tornando inerentes à vida das pessoas. Além disso, ouvimos depoimentos de blogueiros sobre o seu dia-a-dia como blogueiros e o seu vínculo com as mídias sociais.

A discussão mais interessante do painel abordou o que podemos chamar de movimentos sociais. Qual a participação das mídias sociais em revoluções como no Egito ou no Irã? Segundo eles, elas tem contribuído para divulgar estes movimentos, mas não são as principais responsáveis por eles. Para a queda de Mubarak, o Twitter funcionou como um catalizador e mobilizador de informações.

Uma crítica importante sobre o assunto recaiu sobre o que eles chamaram de “ativismo de sofá”. Nessa situação, muitos usuários acreditam se engajar em movimentos sociais apenas dando retweet em mensagens de solidariedade ou revolta, acreditando que um RT já seja o suficiente para fazer a sua parte ou dar sua contribuição.

Para o terceiro debate foram convidadas algumas pessoas que vivem de mídias sociais ou que tem negócios fortemente influenciados por elas. Alexandre Inagaki, João Pedro Motta, Fábio Seixas, Marcus Andrade, Vivianne Rodrigues e Rodrigo Junco contaram um pouco sobre como as mídias sociais influenciam seus negócios e nos provocaram a refletir sobre como elas são ou se tornaram negócios interessantes.

Após o intervalo, Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do MIT, participou de um bate-papo via Skype e respondeu perguntas para nos ajudar a entender melhor as mídias sociais e sua relação com o mundo. Zuckerman, recentemente, se apresentou no TED discutindo sobre o assunto e, na ocasião, usou como case o famoso Cala Boca Galvão. As mídias sociais podem criar um mundo melhor, menor, mais próximo ou acabará por nos segregar ainda mais? Estes foram alguns questionamentos dos moderadores Bob Wollheim, Raphael Vasconcelos e Caique Severo.

Em O Que Bombou e o Que foi #Fail em 2010, tivemos a gravação de um braincast ao vivo com o pessoal do Brainstorm9 falando do que foi #epic e, claro, dos #fails das mídias sociais no Brasil em 2010. E, para encerrar o Social Media Week, assistimos a uma entrevista ao vivo de Luli Radfahrer com duas das mais famosas celebridades brasileiras na web: @twittess (Tessália Serighelii – uma das participantes do BBB) e @Mbottan (Miriam Bottan – capa da Pix e mais recentemente capa de ensaio sensual na Trip).

Chega ao fim mais um Social Media Week. Fiquem atentos, pois já temos promessa de vídeos de todos os debates no Twitter do evento.

Para resumir os cinco dias do #SMWSP, sugiro um post do BlogMidia8.com com 216 dicas twittadas durante o Social Media Week São Paulo 2011. Se você participou do evento, talvez possa encontrar a sua.

Fonte: Tem Gente Fazendo Mídia

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Cobertura Social Media Week São Paulo – 4º dia

11 fev

Por: Webroom | Categorias: Eventos, Notícias

Foto: Anderson Alves

Estamos quase chegando ao fim deste evento e, neste post, falaremos um pouco sobre o que aconteceu no quarto e penúltimo dia do Social Media Week. A quinta-feira foi preenchida com temas mais reflexivos. Vejam quais foram os painéis: O Eu Digital, Humor.com – do que, por que, com quem rimos?, Quantos, quem, onde, por que somos? Sonho x Realidade, Voz e visão do presidente, O Futuro das Mídias Sociais e Marketing que – DE FATO – fala com o jovem.

O primeiro deles, “O Eu Digital”, propôs uma reflexão sobre como as pessoas parecem solitárias na Internet. Gisele Beiguelman (Artista Digital/PUC) falou sobre como internautas “vomitam” um monte de coisas todos os dias e, ao mesmo tempo, falam com ninguém. Durante o debate, outra discussão em torno do eu digital X eu não digital chamou a atenção para o fato de que, hoje, a Internet permite que nós tenhamos vários eus simultâneos, uma “esquizofrenia saudável” de criação de personagens e de projeções em cada uma das mídias sociais.

O próximo debate, “Humor.com – do que, por que, com quem rimos?”, moderado por ninguém menos que Rafinha Bastos, discutiu sobre as tendências para os vlogs, vídeo blogs que povoam a Internet. O painel contou ainda com a contribuição de Xico Sá, escritor e colunista, e Mederijohn Corumbá do Galo Frito, e o trio provocou muitas risadas. Rafinha Bastos ainda comentou sobre como muita coisa surge na rede e só depois é levado para a televisão, e sobre como a Internet se tornou uma geradora de oportunidades.

O último painel antes do intervalo contou com a participação de Renê de Paula da Locaweb, Gil Giardelli da ESPM e Gaia Creative e a moderação de Pedro Doria do Estadão. O questionamento que iniciou o debate foi “Aonde vamos parar?”. A partir daí, formou-se uma discussão em torno da visão de cada um dos participantes sobre as mídias sociais e sua relação com a realidade brasileira.

Após o intervalo, Bia Granja entrevistou personalidades do Twitter, como @MussumAlive, @NairBello e @HebeCamargo, para entender o que eles pensam sobre as mídias sociais. Em seguida, escutamos a opinião de Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander, sobre como as mídias sociais são observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial.

O próximo debate envolveu vários nomes importantes da comunicação digital. Em “O Futuro das Mídias Sociais”, assuntos como o comportamento do usuário de mídias sociais,  as tendências em mobile e geolocalização, colaboração e ativismo, embalaram o bate-papo entre Abel Reis (AgenciaClickIsobar), Edney Souza (BlogContent), Martha Gabriel (ESPM), Gustavo Fortes (Espalhe), Ricardo Cavallini (WMcCann) e Roberto Grosman (FBiz).

O fim de noite contou com um debate, “Marketing que – DE FATO – fala com o jovem”, sobre como pensar em uma comunicação publicitária efetiva, eficiente, envolvente, que consiga criar engajamento entre o público jovem.

Esse foi um resumo deste penúltimo dia de evento e, enfim, chegamos ao quinto dia. Sem ansiedade pelo término do #SMWSP, afinal são eventos assim que permitem que a gente ouça e reflita sobre nossa rotina de trabalho, nos encontramos amanhã para aproveitarmos o último dia.

Nos encontramos segunda para o último post da nossa cobertura. Acompanhem a transmissão ao vivo via streaming: www.oiacontece.com.br/smw.

Fonte: Tem Gente Fazendo Mídia

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Cobertura Social Media Week São Paulo – 3º dia

10 fev

Por: Webroom | Categorias: Eventos, Notícias

Foto: Anderson Alves

Chegamos ao terceiro dia do maior evento sobre mídias sociais, o Social Media Week. A quarta-feira foi preenchida com temas interessantes e polêmicos. Estes foram os painéis do dia: Isolamento Digital x Inclusão Social?, Mídias Sociais e o Mundo Mobile – Real x Mito, Mitos & Verdades das Métricas e do ROI em Mídias Sociais, Social Games – Quem Está Jogando Esse Jogo?, Games, Grana e Gente e Social E-commerce – Comprando e se conectando.

Logo no início, Luciano Palma moderou o debate sobre inclusão social que envolveu a discussão sobre como o uso das redes sociais ampliou a capacidade das pessoas se relacionarem umas com as outras. Luciana Annunziata também falou sobre como a web possibilitou o surgimento de uma diversidade de papéis, como no caso de uma senhora que vendia gatinhos através do Mercado Livre.

O mais polêmico deste debate foi a discussão em torno do livro Alone Together, da escritora Sherry Turkle e sobre como as pessoas estão confundindo conexões com amizades. Nesse momento, uma troca de opiniões se formou em torno de casos como o de Simone Back, uma garota que noticiou seu suicídio para os 1048 amigos no Facebook que, por sua vez, não agiram, mesmo com a nota de suicídio da amiga.

Por fim, Tiago Dória, do IG, colocou em pauta o fato de, muitas vezes, as redes sociais não gerarem comprometimento, uma vez que algumas pessoas, para não parecerem alienadas, participam de movimentos motivadas por outras pessoas, gerando assim o que ele chamou de um ativismo sem comprometimento.

O segundo painel, muito bacana por sinal, contou com a participação de grandes nomes da tecnologia mobile que falaram um pouco sobre a relação entre mídias sociais e o mobile, sobre como o Foursquare está ligado a essa tecnologia, assim como o Twitter que surgiu a partir da mesma ideia do SMS com a sua maneira de comunicar em poucos caracteres. Outro ponto importante abordado foi o fato de muitas operadoras de telefonia estarem estimulando o uso do celular e de como a classe C, em breve, vai entrar com tudo nesse mercado.

Em seguida, assistimos um debate interessntíssimo sobre ROI em mídias sociais com a ilustre presença de profissionais como Edney Souza (BlogContent), Renato Shirakashi (Scup), Juliana Sawaia (IBOPE) e Ricardo Almeida (I-Group). Durante todo o painel, foram discutidas questões sobre como medir o verdadeiro retorno e sobre onde está o valor das mídias sociais para as marcas.

Segundo Juliana, a popularização das mídias sociais tem despertado o interesse dos anunciantes por ser mais uma forma de estarem em contato com o cliente. Outro ponto importante levantado por ela, é o fato de o principal ativo da mídia social ser o insight qualitativo, por isso, ao mensurar o resultado de uma ação em mídia sociais, devemos sempre nos perguntar se o que lemos é mesmo relevante.

Também foi discutido neste painel o quanto consumidores estão engajados com as marcas. Para medir o ROI, saber se o usuário investe seu tempo em comentar sobre uma marca é saber se o resultado da campanha foi positivo.

Além disso, Edney Souza chamou atenção para o fato de que, em uma campanha de mídias sociais, tudo precisa ser medido, desde as ações de planejamento até o Power Point de resultados apresentado para o cliente. Antes de iniciar uma campanha, você precisa conhecer claramente qual a sua situação atual, saber como será a execução e as estratégias adotadas e, principalmente, saber onde se quer chegar.

Segundo ele, o ROI depende do tipo de campanha que você está fazendo, afinal de contas um retweet, apesar de ser importante para o marketing, não significa nada para o financeiro de uma empresa. Assim, se a sua campanha não está focada em vendas, você dificilmente conseguirá um ROI financeiro. Às vezes, não se tem a mensuração de venda direta, mas se medirmos o engajamento, perceberemos indicios de que a campanha funcionou, como menções do tipo “Eu comprei”, “eu usei” etc.

Após o intervalo, foram apresentados dois painéis sobre a febre mundial dos Social Games e sobre como esta área tem dado oportunidade para o surgimento de novos negócios para o mundo da comunicação. Além de uma entrevista ao vivo com três produtores de conteúdo mais influentes das mídias sociais brasileira, e um papo sobre Social E-commerce com Rodrigo Borges (Buscapé), Andrea Dietrich (Grupo Pão de Açucar), Rodrigo Waissman (Frugar), Mirko Mayeroff (BrandsClub) com moderação de Lucas Couto (SMW/SP).

Nos encontramos novamente amanhã para mais um dia de #SMWSP. Acompanhem a transmissão ao vivo via streaming: www.oiacontece.com.br/smw.

Fonte: Tem Gente Fazendo Mídia

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Cobertura Social Media Week São Paulo – 2º dia

09 fev

Por: Webroom | Categorias: Eventos, Notícias

Foto: Luciano Palma

Mais um dia no Social Media Week São Paulo e, ontem, muita gente bacana e interessante trouxe pra gente ideias e informações importantes sobre mídias sociais.

Os painéis da terça-feira foram: Mídias Sociais em Giro pelo Mundo, Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas, Valores da Web – Já quebramos os Paradigmas de Mudança?, Verdades, Mentiras & Mídias Sociais, Don’t feed the Trolls (or Do It), Canal Direto: Empresa x Consumidores e Um olho no globo, outro na twittada.

A tarde começou com uma discussão sobre como é natural para o ser humano querer expor seus pensamentos, sobre como a mídia social deu voz para todos. Quantas vezes a primeira pergunta que você fez para alguém foi “Você tem Twitter? ou “Qual é o seu Facebook?”, ao invés de pedir o número do celular? Essa é uma nova realidade na qual mídias sociais nada mais são do que pessoas se relacionando.

Em seguida, as queridas Juliana Constantino e Rosana Fortes, da Agência Click, deram um show com um bate-papo sobre o que elas tem visto de mais interessante e inovador em campanhas de mídias sociais. Abordando bastante o Facebook, as duas falaram sobre como muitas marcas possuem uma estratégia de comunicação consistente, como no caso da  americana Skittles que já possui quase 15 milhões de Curtir em sua Fan Page na rede social.

Juliana também falou sobre como o excesso de oferta no Facebook tem transformado o Curtir em uma moeda valiosa (que, inclusive, já tem preço: US$1,07) e sobre o quão qualificado é esse Curtir, já que na rede social todos nós temos condições de descobrir quem são as pessoas que curtem uma página ou aplicativo.

Para finalizar o painel, as palestrantes levaram alguns cases de ações desenvolvidas em mídias sociais que extrapolam ações promocionais comuns, do tipo “pede um like em troca de alguma coisa”, como um e-commerce todo desenvolvido dentro do Facebook ou como o Don’t eat at…, um aplicativo do Foursquare desenvolvido para desaconselhar as pessoas a comerem em alguns lugares.

O próximo debate levou para o palco os divertidíssimos Alexandre Ottoni e Deive Pazos do #JovemNerd. Em “Valores da Web – Já quebramos os Paradigmas de Mudança?”, os dois falaram sobre como surgiu o Jovem Nerd, sobre como as redes sociais promoveram mudanças e como as pessoas precisam ter vontade de aderir para promover uma  ideia. Além da galera do Jovem Nerd, participaram desse painel Pablo Handl (Hub) e Rafael Sbarai (VEJA ON_LINE).

O último painel, antes do intervalo, foi conduzido por Cris Dias, Ken Fujioka e Patrice Lamiral da JWT, inesgotáveis fontes de informação sobre comunicação digital. Durante a exposição que fizeram, os criativos da JWT falaram sobre uma pesquisa realizada nas mídias sociais sobre temas que foram assunto em 2010, como a eleição presidencial.

A mídia social influencia a mídia tradicional e vice-versa? A mídia social é pautada pela mídia tradicional? A resposta foi: Sim, totalmente. A mídia tradicional é fonte de informação para a mídia social que, por sua vez, trata os assuntos da mídia tradicional com uma intensidade diferente. Inversamente: a mídia tradicional é pautada pela mídia social? Segundo eles, a mídia social é mais utilizada como ferramenta, fonte de pautas leves e laboratório de talentos e tendências.

Toda essa diferença se dá em função da vocação dos meios que é diferente: enquanto a mídia tradicional tem limitação de tempo e espaço, a mídia social tem a vocação de gerar conversas, de caráter pessoal, de interação entre as pessoas.

Após o intervalo, Wagner Martins moderou um papo sobre um dos fenômenos mais típicos das mídias sociais em todo o mundo: a trollagem. Em seguida, outro painel expôs sobre a experiência de empresas e consumidores frente a frente, realidade permitida pelas mídias sociais.

O fim de noite foi prestigiado por B. Bonin Bough, Diretor Global da Área Digital e de Mídias Sociais da Pepsico e por uma apresentação especial criada pela What We Know So Far, grupo que estuda os memes e faz apresentações em formato de pocket shows mundo afora.

Por hoje é isso! Amanhã, o blog trará novas informações sobre o #SMWSP. Continuem acompanhando a hashtag ou transmissão ao vivo via streaming no endereço www.oiacontece.com.br/smw.

Fonte: Tem Gente Fazendo Mídia

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Cobertura Social Media Week São Paulo – 1º dia

08 fev

Por: Webroom | Categorias: Eventos, Notícias

Ontem, dia 07 de fevereiro, foi o primeiro dia da edição São Paulo do maior evento de mídias sociais do mundo: a Social Media Week. Na cidade da garoa, o evento acontecerá entre os dias 07 e 11 de fevereiro. São mais de 30 atividades e entre elas estão debates e palestras com o objetivo de discutir o universo das mídias sociais.

Muitas personalidades da mídia digital, blogueiros e geeks passaram pelo primeiro dia do evento que foi preenchido com os seguintes temas: Empowerd or Not?, O Social nas Mídias Sociais, A Trend-Topicalização da Internet, Bestiário.org/Barcelona – conhecimento em um mundo 2.0, As Mídias Sociais e o Brasileiro e Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais.

Infelizmente, neste dia, a transmissão do evento ficou um pouco prejudicada em função do áudio no streaming que, em alguns momentos, ficou com o volume baixo. Mas conseguimos captar algumas discussões sobre como a identificação dos usuários é importante para as redes sociais, como fazer com que as pessoas prestem atenção na sua história, sobre as duas vias da comunicação digital, sobre o resgate do senso de pertencimento na mídia social, sobre como o ser humano faz da comunicação seu principal instrumento de realização e sobre como o trending topics (TT) não consegue traduzir a opinião pública, já que a quantidade de usuários de mídias sociais representa somente 7% dos 180 milhões de brasileiros.

A partir das 21h, os participantes do evento foram prestigiados com um show da banda Nevilton que, recentemente, foi escolhida para abrir o show do Green Day em SP.

A Social Media Week promete muito mais para o restante da semana e, hoje, a partir das 15h acontecerão mais debates, começando por Juliana Constantino e Rosana Fortes da Agência Click: Mídias Sociais em Giro pelo Mundo.

Acompanhe tudo sobre a semana, pela hashtag #smwsp no Twitter ou pela transmissão ao vivo via streaming no endereço www.oiacontece.com.br/smw.

Foto: Misael Amaral

Fonte: Tem Gente Fazendo Mídia

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