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Esta é a nossa lista de artigos com a tag Artigos

Marketing de Relacionamento

19 set

Por: Fernanda Naves | Categorias: Artigos, Notícias

Você realmente conhece o seu cliente?

É incrível como muitas empresas desconhecem os seus clientes ou nem mesmo se preocupam em adotar práticas para conquistá-los. No site Administradores.com encontrei o seguinte título para um artigo, “Alcançar sucesso pode ser fácil. Difícil é manter.”. Muitos já ouviram algo do tipo, mas acredito que não façam idéia do que isso possa significar.

Atrevo-me então a adaptar esse título e trazê-lo para uma prática conhecida por Marketing de Relacionamento. Você sabe o que é isso? Talvez esteja convencido do quão importantes são os clientes para a sua empresa, embora ainda não aja para que eles se transformem em seu melhor vendedor

Atualmente, fala-se muito em Marketing de relacionamento e CRM (Customer Relationship Management) e, diante de um público de consumidores tão heterogêneo, nada mais justo que particularizarmos nosso relacionamento com cada um deles.

Portanto, crie laços estreitos com seus clientes. Procure conhecê-los, determinar as características de cada um deles diretamente relacionadas ao seu negócio. Registre em um banco de dados, comportamentos, compras, solicitações, reclamações e, por que não, elogios. Personalize cada um deles!

Muitas vezes, enquanto “prestadores de serviço” nos esquecemos que, de alguma maneira (ou seria de todas?) trabalhamos especialmente para os clientes. E o resultado é exatamente o que mencionei, não conseguimos mantê-los. Ou os perdemos ou os transformamos em verdadeiros inimigos do nosso negócio.

Lendo uma matéria sobre pós-venda, encontrei um comentário do consultor Moacir Moura que diz “Nós, brasileiros e latinos em geral, achamos que cliente é aquele que ainda não comprou, nós o tratamos muito bem, com toda a corte, toda a gentileza, toda a boa vontade, todo o cerco de bom atendimento. Depois que ele comprou, não o consideramos cliente, mas uma pessoa que já comprou.”. E acho que é exatamente isso o que acontece.

Enquanto vendedores, nos cercamos de estratégias e garbo para conquistar a confiança do “cliente” e não nos lembramos que, uma vez cliente, ele pode se tornar um excelente consumidor de nossos produtos/serviços, desde que compreendamos o conceito de pós-venda.

Conquistar o cliente é fundamental para o bom andamento do trabalho em uma empresa. Afinal, acredito que não existam bons funcionários que se satisfaçam com clientes insatisfeitos. Por isso, torne a satisfação de seus clientes a principal motivação para o seu trabalho!

Para começar a entender do que se trata Marketing de relacionamento, comece também a encarar os clientes como “seus clientes” e faça com que eles percebam que você realmente os conhece e se importa com eles.

Fica, então, o questionamento: Quantos de seus clientes recomendariam o seu produto/serviço a um amigo ou colega?

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Educação e tecnologia, avanço ou retrocesso?

09 set

Por: Webroom | Categorias: Artigos, Notícias

A educação evolui a todo momento, isso ninguém pode negar. A tecnologia sofre avanços que não conseguimos acompanhar a olhos nus. Inegável e evidente também é o fato de que um processo influencia o outro, e, com certeza esta ligação tem várias consequências.

Como devemos então encarar a união tecnologia-educação? Como esta relação se dá e quais são os riscos que o processo de ensino aprendizagem pode sofrer com essa deliciosa, porém, perigosa combinação?

Primeiro devemos nos atentar sobre a correria do dia-a-dia que não atinge somente os adultos, mas, principalmente jovens e crianças que estão, a todo momento, imersos em alguma atividade, seja ela por obrigação ou não.

Quem se lembra das visitas às bibliotecas, a busca complicada por livros empoeirados e difíceis de encontrar devido aos seus estranhos códigos? Pois é, hoje em dia somente os mais saudosistas vão à biblioteca, pois a busca por palavras-chave, assuntos e autores está muito mais fácil, prática e acessível com os buscadores da internet.

No entanto, essa realmente não é a questão, pois não há problema nenhum em usar a tecnologia e seus avanços a nosso favor. Mas a pergunta que não quer calar é: até que ponto este uso está realmente nos auxiliando?

Acredito que isso depende. Depende de como a tecnologia e suas praticidades são usadas. Questões sobre plágio, citação, cópia, fontes, são assuntos que sempre devem estar em pauta quando um professor solicita aos seus alunos algum trabalho ou pesquisa.

Cabe aos educadores mostrar aos seus alunos como o acesso a internet pode facilita a vida deles, mas que esta “mão na roda” também pode levá-los a um caminho sem volta. Digo sem volta porque uma pessoa que não possui capacidade para diferenciar o que é cópia do que é pesquisa pode acabar tomando o caminho do que eu costumo chamar de texto “mosaico”, ou seja, um texto montado a partir de vários outros textos, sem referências e citações adequadas, diferentes linguagens e estilos que, com certeza, deixam muitos professores e leitores de cabelos em pé!

A evolução da educação assim como da tecnologia, ou qualquer outro avanço, facilita a vida de meros mortais, que como nós, tentam adequar-se a um mundo que parece girar bem mais rápido que há alguns anos. Por isso, a relação tecnologia-educação deve ter sempre intrínseca uma única palavra: ética. É por meio dela que saberemos aproveitar da melhor forma possível tudo o que está ao nosso redor. Caso contrário, quem vai ficar para trás é você!

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A redação publicitária e o processo criativo

27 ago

Por: Alessandra Mazzariolli | Categorias: Artigos, Notícias

No último sábado, dia 23/08 aconteceu o Workshop de Redação Publicitária na Webroom. Foi um momento em que o Bruno Figueredo, novo redator da empresa, pôde nos transmitir seus conhecimentos da área, falar sobre a linguagem na publicidade, o foco que deve ser trabalhado e a importância do briefing no desenvolvimento das campanhas. Participaram do workshop as redatoras: Alessandra Mazzariolli, Fernanda Martins e Loraine Vidigal.

Começamos o workshop discutindo sobre a presença do texto publicitário em nosso dia-a-dia, pois apesar de muitas vezes não percebermos, ele está presente em todas as situações da nossa vida. São enunciações com grande número de recursos linguísticos, para que possamos convencer, ou, persuadir o receptor.

O tipo de redação que focamos no workshop foi o deliberativo, que tem o objetivo de aconselhar ou ou não sobre um determinado produto. Com isso, foi mostrado a importância em se concentrar nas informações que serão trabalhadas à partir da leitura do briefing do projeto, portanto, o que devemos trabalhar em uma campanha.

O briefing do projeto deve informar qual o conteúdo que o texto deve conter; qual será o público alvo, para quem a linguagem deve ser direcionada; qual o problema que deve ser resolvido, pois toda campanha busca alcançar uma meta; a atitude que o cliente terá que fazer, exemplo, “Promoção de Celulares no Dia dos Pais”, portanto, a ação é ler a mensagem, e caso o receptor gostar, e se for convencido que o produto é bom, ele comprará o produto; será definido o tom da comunicação; o conceito e o tipo de linguagem (rádio, tv, web). A partir disso, estudaremos o posicionamento que a empresa possui e a sua identidade.

Mas como devemos começar o nosso trabalho?

Após a leitura do briefing devemos realizar diversas atividades para que possamos compreender o que o cliente deseja e qual é o perfil do público, portanto, tarefas como:

  • Brainstorm - Em que um grupo de pessoas falam todas as idéias e relações que conhecem sobre o produto ou serviço;
  • Centros criativos – Convidar pessoas que possuem o perfil do produto ou serviço que devemos trabalhar;
  • Ambientes culturais – Participar de eventos, ir a palestras, teatros e assistir filmes que estão relacionados ao cliente.

Essas são algumas das maneiras que podemos iniciar o trabalho de desenvolvimento de uma campanha publicitária.

Quais recursos utilizaremos para criar textos mais publicitários?

Para criarmos textos “vendedores”, que chamem a atenção dos clientes, a fórmula é muito simples.

Use sua criatividade, juntamente com as funções da linguagem; navegue nos sites para descobrir o que o concorrente está fazendo, portanto, pratique o benchmarketing; crie substituições para os termos, por exemplo, ao invés de “Mãe”, utilize a palavra “Coruja”, ou ainda, crie inimigos para os seus produtos, um exemplo: “O produto X mata qualquer inseto”!.

Cases

Na última parte do workshop, Bruno Figueredo nos mostrou intessantes cases que transmitiam sentimentos de prazer, alegria, consumismo, entre outros, cumprindo, portanto, com o objetivo que provavelmente estava descrito no briefing das campanhas. Por isso, a importância do briefing, esse documento que delimita, mas traz o caminho que devemos percorrer até atingir a expectativa dos nossos clientes.

Portanto, o workshop trouxe muitas informações valiosas e troca de experiência, importantes elementos para o aperfeiçoamento do Departamento de Conteúdo e o crescimentos das profissionais.

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