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Esta é a nossa lista de artigos com a tag Artigos

Google, a marca mais valiosa do mundo

25 mar

Por: Ana Paula De Souza | Categorias: Artigos, Curiosidades, Notícias, Soluções

Um recente estudo da consultoria britânica BrandFinance comprova que a Google é a empresa de marca mais valiosa do mundo.  Avaliada em US$ 44,3 bilhões, é a primeira vez que a gigante das buscas assume a liderança do ranking, realizado desde 2007. No ano passado a Google havia ficado em 2º lugar, atrás do Walmart – rede de varejo norte-americana que caiu para a 3º colocação.

As empresas de tecnologia dominam a classificação, das dez companhias com melhor avaliação, seis são de tecnologia. A Microsoft ficou em 2º lugar, IBM em 4º, Vodafone em 5º, AT&T em 10º lugar e a Apple, de Steve Jobs em 8º, conquistando 12 posições em apenas um ano. Por outro lado a HP passou do 9º para o 13º lugar e a Nokia despencou para o 94º.

Companhias que também merecem destaque são a Samsung em 18º, eBay que subiu de 166º para 115º e o Facebook, que não foi citado no ranking anterior e este ano conquistou 281º. Três empresas brasileiras também ficaram entre as 100 marcas mais valiosas: Banco Bradesco (28º), Itaú (41º) e Banco do Brasil (95º).

O estudo da consultoria da BrandFinance 2011 envolve a enorme popularidade da marca, a eficácia na entrada de novos mercados e os níveis mundiais de uso por parte dos usuários.


Fonte: IDG Now!

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Cloud Compunting: A economia está nas nuvens

22 mar

Por: Ana Paula De Souza | Categorias: Artigos, Notícias, Soluções

Praticidade e mobilidade são as tendências das corporações em 2011 e, para controlar rigorosamente os custos, as organizações estão à procura de tecnologias que poupem dinheiro, aumentem a produtividade e resolvam problemas de segurança.

Cloud Compunting – computação em nuvem – é a utilização de aplicativos disponibilizados em servidores compartilhados por meio da Internet para que possam ser acessados de qualquer lugar e hora do mundo, não havendo necessidade de instalação de programas, pois os serviços e arquivos já estão na rede – daí a alusão à nuvem, onde o ambiente é mais viável do que o uso de unidades físicas.

O Brasil está atento à Cloud Computing, já que hoje, ela é o futuro da computação. Acredita -se que as organizações farão investimentos bem direcionados em tecnologias emergentes para usos práticos em sistemas de negócios.  Nos próximos meses, as empresas deixarão de fazer projetos-pilotos com nuvens privadas, para começar a implementar e executar ambientes restritos de Cloud Computing.

De acordo com a Unisys – Empresa Mundial de Serviços e Soluções de Tecnologia da Informação a Cloud Compunting será um grande avanço, pois os clientes irão aproveitar para economizar de forma rápida e eficiente e a segurança de dados na nuvem será fundamental e irá gerar grande crescimento na área de tecnologia de “segurança da Cloud Compunting”.

Google, IBM e Microsoft foram as pioneiras nos serviços em “nuvem” hoje considerada uma “nova fronteira da era digital” que vai deixando de ser utilizada apenas em laboratórios para ingressar nas empresas e, em breve, em computadores domésticos.

Exemplo prático desta nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas.

Fonte: Exame

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A comunicação digital a serviço da sua empresa

10 mar

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Dicas

A comunicação digital está revolucionando a forma das marcas se relacionarem com seus clientes, porém, ela é uma ferramenta ainda pouco ou má explorada por muitas empresas.  Para início de conversa, empresas que quererem obter sucesso na comunicação e no marketing digital devem ter necessariamente, um site que represente o DNA da marca e que seja relevante para o seu público-alvo.

Um conceito que tem auxiliado muitas empresas na construção dos processos de planejamento estratégico são os Pilares da Comunicação Digital. Não existe um consenso, por parte de planejadores web acerca deles mas, ainda assim, podemos destacar 4 pilares que, certamente, são os mais utilizados por esses profissionais e, consequentemente, os mais eficazes para as empresas:

1º Engajamento
É a palavra do momento na Internet. Há anos que a melhor de todas as propagandas é o boca-a-boca. Uma marca de carros pode gastar milhões de reais nos principais veículos de comunicação, mas se o pai, vizinho ou amigo, disser que o carro concorrente é melhor,  a escolha pelo concorrente é quase certa. Esse comportamento é o que as marcas buscam no engajamento digital, onde a comunicação desperta o desejo do consumidor a indicar a marca para sua rede de contatos.

2º Relacionamento
Uma maneira de fazer com que o consumidor se engaje com a marca é se relacionar com ele. Pessoas que amam, não traem! Essa frase pode ser batida, mas não deixa de ser verdadeira. Se relacionar com o consumidor é fundamental! As Redes Sociais estão aí, as pessoas seguem marcas porque querem falar e ser ouvidas por elas, querem conversar, querem conselhos sobre produtos, querem saber o que há de novo, querem ler notícias sobre a marca e sobre o cenário que ela está inserida. Relacionar-se com o consumidor, e entender o que se passa na mente dele, faz a diferença em qualquer planejamento estratégico, pode acreditar.

3º Conteúdo
Ninguém segue Twitter parado, ninguém curti Fan Pages “as moscas” e ninguém volta a site desatualizado. As pessoas estão atrás de conteúdo. Quando se entra no Google e digita “celular com MP3”, as pessoas querem notícias sobre o aparelho, saber as melhores opções, ver onde está vendendo, comparar preços, ver o que se fala dos modelos nas redes, enfim, as pessoas buscam conteúdo para se relacionar com a marca, e bons conteúdos geram engajamento (sempre!).

4º Presença Digital
Com a mídia digital cada dia mais fragmentada, as marcas tem que impactar seus públicos em diversas ferramentas. Os internautas estão em todas as ferramentas da web atrás de conteúdo relevante, quanto mais acessível estiver sua marca melhor.

Percebeu o quanto esses pilares têm ligação um com os outros? É assim que o consumidor se comporta na grande rede nos dias de hoje.

Fonte: Mundo do Marketing

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Cinco coisas que não se deve fazer no Facebook.

23 fev

Por: Talitta Comacio | Categorias: Artigos, Curiosidades, Dicas

A rede social que cresce cerca de 12% ao mês no Brasil não vem sendo utilizada de uma forma correta. E para aproveitar tudo o que o Facebook tem para oferecer ao seu negocio, veja abaixo 5 coisas que sua empresa não deve fazer na grande rede:

1) Não deixar com que pessoas comentem na Página da sua empresa.
Em Social Media é quase um crime bloquear comentários em uma rede que existe para fazer uma interação em comunidade. Você deve saber o que o cliente tem a falar sobre seu produto, responder e tentar melhorar o que não for considerado bom. Além de tudo, quando uma pessoa interage com a sua página, é registrado no perfil dela e isso expõe a sua marca para quem ainda não é seu consumidor.

2) Criar um Perfil para a sua empresa ao invés de uma Fan Page.

Já está claro que os perfis são para pessoas e páginas para empresas. As “features” (páginas) foram feitas justamente para isso, tanto que dão às empresas um “analytics” e estatísticas do que as pessoas estão fazendo dentro da sua página.

3) Deixar a página estática.
Atualize sempre sua página, isso fará com que as pessoas interajam e sua comunidade cresça.

4) Plagiar Conteúdo ou outras Fan Pages
Copiar a Fan Page de uma outra empresa, além de ser eticamente incorreto é uma tremenda falta de criatividade. Engana-se quem pensa que o público não percebe.

5) Não estar no Facebook.

O Facebook tem mais de 550 milhões de usuários, só no Brasil são 12 milhões. Quer mais visibilidade do que isso? Sua empresa deve estar onde o seu público está e ser visto por ele. Com certeza o Facebook pode te ajudar nisso.

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O E-mail Marketing ainda dá resultado, pode apostar.

14 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

Novas pesquisas comprovaram o que parecia ser dúvida para alguns profissionais da comunicação: o e-mail marketing continua dando resultado e tendo boa aceitação por parte dos usuários.

A ABRADI (Associação Brasileira das Agências Digitais), realizou recentemente a 2ª edição do Censo Digital e o resultado obtido foi o seguinte: a ferramenta ocupou a 3ª colocação entre as competências mais significativas das mais de 150 agências digitais que responderam as questões, perdendo apenas para websites e programação.

Com base nessa pesquisa, fica evidente que neste segmento o e-mail marketing ocupa um lugar de destaque porque gera resultados expressivos e mensuráveis tanto para a agência digital quanto para o cliente. Apesar de todas as mudanças provocadas pelas redes sociais, outra pesquisa feita pela Forrester revela que os e-mails promocionais influenciam na compra de 12% dos consumidores e são o 2º fator determinante para a realização de uma compra online (76%), perdendo apenas para familiaridade com a marca (78%).

A última delas, mas não menos importante, foi conduzida pela Inova Tecnologias e mostra que 76% dos usuários preferem (diante de vários veículos online) receber novidades e ofertas das empresas através de e-mail marketing, mas também esperam, evidentemente, que essas mensagens venham com conteúdo editorial relevante.

Bom, amigos internautas, aquele e-mail que está na sua caixa de entrada, no momento, certamente ainda tem lá as suas qualidades e ainda continuará sendo enviado.

Fontes: BlueBus, Dinamize e Exame

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Compra coletiva, você ainda vai fazer uma.

12 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

- Depilação completa de R$ 135 por R$ 29
- Pacote de viagens para Porto Seguro de R$3.450 por R$1.725
- Pizza grande de R$ 35 por R$ 9,90

Não gente, ninguém está doido! Essas ofertas são reais e estão na internet. Bem vindo ao mundo das compras coletivas onde descontos como estes são aos montes e muito bem aproveitados.

Para quem ainda não sabe bem do que se trata, o blog da Webroom explica.

O modelo mais comum funciona assim: um site oferece um serviço ou produto com descontos de 50% a 90%, durante 24 horas, mas esse preço baixinho só tem valor se um número determinado de pessoas comprar a oferta. Depois de atingido esse número mínimo, todos ganham cupons que dão direito à promoção.

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos” e tem virado de ponta cabeça o e-commerce. Graças a este conceito, o brasileiro descobriu uma nova forma de comprar pela internet, com muito mais economia e praticidade.

De acordo com o Blog Ecommerce, este serviço nasceu em 2008 nos EUA, através da pioneira GroupOn. No Brasil, teve início com o Peixe Urbano, lançado no final do mês de março de 2010 e é febre desde então. O país já conta com 405 sites de compra coletiva, segundo registros contabilizados pelo Bolsa de Ofertas. O número é grande, e pelo que estamos vendo por ai, parece que não vai parar de crescer.

Os sites de compra coletiva mexem com um fator que é fundamental na hora da compra: o tempo. O relógio está correndo e o consumidor faz a compra por impulso. Muitas vezes, ele não precisa tanto daquilo que está levando, mas compra. A promoção está lá, vai durar muito pouco e, na dúvida, muitos optam por aproveitar.

Esses sites vem se tornando uma estratégia de marketing tão eficaz que muitas empresas de pequeno e médio porte estão adotando a iniciativa e, cada vez mais, se surpreendendo com os resultados. “Na maioria das situações, a gente bate o mínimo por muito. A gente teve uma iogurteria no Rio de Janeiro que, achou que o número mínimo era 50, e a gente vendeu 23 mil frozen yogurts em 24 horas, que é o número que eles vendem em três meses”, diz Júlio Vasconcellos, criador do site Peixe Urbano.

Quando se fala em compra coletiva, também devemos chamar a atenção para os sites agregadores. A rápida proliferação das páginas de compra coletiva provocou o surgimento de um novo tipo de site, os que agregam as ofertas. O primeiro deles, o SaveMe, surgiu em julho de 2010 e reúne em um mesmo ambiente todas as ofertas de sites de compras coletivas e clubes de compras do país divididas por cidade e por categorias de produtos e serviços.

Se você ainda não fez nem uma comprinha por esses sites, prepare-se!

Fonte: G1

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