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Esta é a nossa lista de artigos com a tag Artigos

Segundo pesquisa, para os brasileiros, navegar na web é mais divertido que assistir TV

28 mai

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos

De acordo com a pesquisa “O futuro da mídia” realizada pela associação Deloitte/Harrison Group, o Brasil, que possui um mercado constituído basicamente por um público jovem é, dos cinco países pesquisados, aquele em que as pessoas gastam mais tempo por semana consumindo informações ofertadas pelas atividades online.

Realizada entre Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Japão e Reino Unido, os critérios para a pesquisa permitiam que o entrevistado assinalasse os meios de comunicação que mais produziam diversão, em ordem de preferência. O que gerou maior interesse acerca do resultado é que o hábito de assistir televisão é a fonte de entretenimento preferida pelos entrevistados de todos os países participantes da pesquisa, com exceção do Brasil. Entre nós, a TV aparece em terceiro lugar, ficando atrás da navegação na internet, seja para interesses pessoais ou sociais.

Esta análise deixou claro que o brasileiro, ao contrário dos demais povos entrevistados, considera a web mais divertida. Mesmo assim, ela não foi eleita a predileta quando pensamos em uma diversão caseira. Para a maioria dos brasileiros, assistir à filmes em casa, que não passam na TV, é ainda o mais divertido dos passatempos.

O resultado deste levantamento realizado pela Deloitte/Harrison Group reforça que a internet, com todas as suas redes sociais e remodelação de conteúdos, atrai cada dia mais os brasileiros, ávidos pelas novidades que a rede mundial tem a oferecer.

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Uma previsão do futuro da mídia

21 mai

Por: Henrique Costa Pereira | Categorias: Artigos

 

Adoro previsões, principalmente aquelas relacionadas à tecnologia. Simplesmente porque elas não são feitas 100% no escuro. O vídeo acima foi produzido por uma empresa italiana chamada Casaleggio Associati com título original de “Prometeus: The future of media” (“Prometeus: O futuro da mídia”) e narra uma previsão das convergências da mídia e da forma como nós iremos consumir e produzir conteúdo em um futuro não muito distante. Se observarmos o presente, veremos que muitos de nós já somos “prosumers”, produzimos e consumimos informação ao mesmo tempo. Vale a pena investir alguns minutos e refletir sobre o assunto.

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TV Digital: regras para interatividade serão divulgadas em breve

14 mai

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos, Dicas

A Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) anunciou que, nas próximas semanas, as regras de utilização dos aplicativos de interatividade na TV Digital estarão disponíveis para consulta pública.

O moderador que gerenciará as funções de interatividade na televisão digital do Brasil é o Ginga J, que está sendo desenvolvido em pesquisa coordenada pelos laboratórios Telemídia, da PUC-Rio e LAViD, da UFPB.

Até o momento, somente parte da regulamentação do Ginga foi divulgada pela ABNT, mais especificamente a parte com suporte às linguagens NCL e LUA. Assim que divulgadas, as normas ficarão disponíveis no site da ABNT durante 60 dias para consulta e possíveis alterações críticas. Caso não haja nenhuma, poderá ser publicado em até 30 dias.

Atualmente, a RCASOFT é a única a produzir moderadores com Ginga J e somente quando a ABNT publicar a versão oficial das regras é que ele estará liberado para o uso.

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Caixa Econômica lança site exclusivo para FGTS

14 mai

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos, Dicas

No último dia 30 de abril, a Caixa Econômica Federal lançou, em parceria com o Ministério do Trabalho, o site do FGTS: uma página exclusiva para que o trabalhador possa acompanhar o balanço de sua conta no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Segundo o site Inclusão Digital, do Governo Federal, a página do FGTS possui uma sistemática simples, no qual o usuário pode acessar os demais serviços sem precisar retornar aos menus padrões, possibilitando uma navegação sem maiores dificuldades.

Entre os serviços disponíveis neste canal, para o relacionamento entre a CEF e o trabalhador, está a consulta de rendimentos, de extrato e a atualização de endereço. Outra grande novidade é que não só o trabalhador poderá tirar vantagem do site; o empregador também terá um canal exclusivo para solucionar suas dúvidas e consultar o certificado de regularidade no FGTS.

O fundo de garantia é patrimônio dos trabalhadores brasileiros e pode ser sacado em caso de demissão sem justa causa ou dentro das hipóteses previstas pela lei.

Acesse o site e confira essa novidade.

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O mito da barra de rolagem

12 mai

Por: Henrique Costa Pereira | Categorias: Artigos, Dicas

A web, por mais que ainda seja uma jovem saindo da adolescência, sustenta alguns mitos próprios da infância. Um dos principais, está relacionado às resoluções de tela e a forma como os sites deveriam se adaptar a elas.

Mas o pior dos mitos, sustentado por alguns de nossos clientes de pequenas a grandes empresas, e com o qual eventualmente precisamos lidar com muita maturidade, está relacionado à barra de rolagem das páginas principais.

Esse texto pretende esclarecer algumas informações e espantar alguns mitos relacionados à rolagem e ajudar nossos clientes a superá-los. Mas antes vamos descrever melhor esse mito.

Qual é o mito? Fala pra mim!

Alguns clientes acreditam que toda a página principal de seu site deve caber na tela do usuário assim que o site for carregado, de modo que não seja necessário o usuário “rolar” a página para ver o “restante”. Alguns chamam isso de “dobra” (dobra do site), em referência aos jornais impressos. A dobra é o tamanho exato da tela dos visitantes. Estar dentro da dobra, significa não ter rolagem.

Sites com rolagem possuem 2 ou mais dobras. Quantos mais dobras um site possui, mais rolagem ele terá. Estes clientes não acreditam que o usuário irá rolar a página para ver o restante do site (sic) e que as informações selecionadas como “principais”, que justificam terem sido selecionadas para estarem ali na famosa “home”, “página principal” ou ainda “capa do site”, não serão vistas pelos visitantes se não estiverem dentro da primeiro dobra. Ou seja, tudo deve estar visível, sem a necessidade do usuário perder tempo rolando a página.

Damos a isso o nome “Mito da barra de rolagem”.

Parte deste mito foi também sustentado não somente pelos clientes, mas também por profissionais, baseado em estatísticas antigas, algumas delas inclusive dos livros mais antigos de Jakob Nielsen, o famoso escritor que é referência mundial em usabilidade para internet. Mas o fato é que, de 2004 até hoje, a web mudou muito, hoje estamos na era dos vídeos, podcasts, redes sociais, usuários navegando em celulares e smarthphones etc.

Outra origem do mito da barra de rolagem veio dos jornais impressos (sério), nos quais a publicidade inserida na primeira dobra do jornal valia muito mais do que aquela inserida na segunda dobra. Ou seja, os “designers das antigas” acreditavam que tudo aquilo que fosse importante deveria chamar a atenção logo no primeiro e segundo quadrante do jornal (correspondente a primeira dobra), e esta lógica foi transferida para a web, sem muita explicação. Se site fosse vendido em banca de jornal, até faria sentido, mas acho que não é o caso.

Veja a imagem abaixo, que mostra o site da Webroom, com diferentes “dobras”, em 3 diferentes resolução de tela.

Observe que quanto menor for a resolução de tela (no exemplo acima 800×600), maior é a barra de rolagem, e quanto maior a resolução (1280×900), menor é a barra de rolagem. Ou seja, se a parte principal dessa briga está relacionada a resolução e tamanho das telas, vamos para a segunda parte da briga. Quais as resoluções de telas mais usadas hoje?

As coisas não são mais como eram antigamente

O gráfico abaixo mostra as estatísticas mundiais do Market Share de resolução de tela de abril de 2009. Veja você mesmo a lista das resoluções de tela existentes no mundo. O gráfico mostra a resolução de 800 x 600 em último lugar na lista das principais resoluções, com 4,19%.

Curiosamente, existem alguns fatos sobre o assunto que já são considerados antigos. Segundo uma pesquisa divulgada pelo ClickTable de pesquisa realizada em 2006, 91% das páginas web no mundo possuem rolagem, 76% dos usuários fazem uso da rolagem assim que entram no site e 22% costumam rolar a página até o final, independente do tamanho. Sabe onde ficam os outros 24% que não rolaram a página até o final? Provavelmente, eles chegaram no seu site e não se interessaram por ele ou, simplesmente, sabiam aonde queriam ir e já foram direto no item de menu que lhes interessava.

Onde fica a dobra do seu site?

Sinceramente, atualmente não existe um local exato que podemos chamar de “dobra do site”. Consigo desbancar o Indiana Jones e achar a arca perdida, mas não é possível achar a dobra de um site, ela simplesmente não existe. Primeiro porque dobra é coisa de jornal, segundo porque quando a maioria dos monitores do planeta tinham resolução de 800×600 até podíamos considerá-lo como o ponto de partida (e não definitivo). Mas, hoje, como comprovado no gráfico acima, existem várias resoluções no planeta que vão fazer os designers perderem as estribeiras se estiverem preocupados com a “dobra do site” na hora de construírem seus layouts.

Os donos de sites (nossos clientes) e os profissionais da web, precisam se preocupar muita mais com a usabilidade (facilidade de uso) e o conteúdo de qualidade, do que com qualquer outra coisa. Já foi provado cientificamente que os usuários não tem medo de usar a barra de rolagem (já inventaram mouses com rodinhas, lembra?) e eles farão uso dela se acharem necessário, acredite. O relatório conclui que é impossível “achar” a dobra do site, ou seja, determinar onde exatamente seria o trecho a partir do qual poderíamos concluir que não haveria rolagem. Será que isso foi argumento suficiente para considerarmos o mito derrubado? Só vocês podem me dizer!

Mais referências sobre rolagem:

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Novo Windows chega ao público em versão teste

08 mai

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos, Dicas

Apesar de o lançamento oficial estar previsto somente para julho deste ano, a Microsoft resolveu inovar e anunciou no último dia 05 de abril a liberação para o grande público de uma versão de teste do Windows 7, o tão aguardado sucessor do Windows Vista.

O objetivo desta iniciativa é observar o desenvolvimento do sistema, o que revelaria precocemente as indisponibilidades e possibilitaria a correção dos possíveis erros, evitando assim a série de problemas técnicos que envolveram o Windows Vista e que culminaram na necessidade dos usuários realizarem downgrades para o Windows XP.

Segundo o site Diário Digital, a Microsoft afirma que este sistema será mais leve e mais simples e que, após testes feitos por especialistas, os erros do Windows 7 já foram  solucionados, resultando na versão Release Candidate (RC), próxima à versão final, que passará a ser comercializada  a partir de janeiro de 2010.

Para baixar o Windows RC, disponível em inglês, espanhol, alemão, francês e japonês, o usuário deverá possuir uma conta no Hotmail ou no MSN e se registrar como beta tester até o dia 30 de junho. Generosa, a licença para a utilização da versão de teste expira somente em junho de 2010.

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