Webroom Blog

Interação, Vídeos, Comunicação, Design, Informação, Tecnologia, Redes Sociais, Serviços, Presença Digital, Buscadores, Conteúdo, Soluções e muito mais.

Esta é a nossa lista de artigos com a tag Dicas

O mito da barra de rolagem

12 mai

Por: Henrique Costa Pereira | Categorias: Artigos, Dicas

A web, por mais que ainda seja uma jovem saindo da adolescência, sustenta alguns mitos próprios da infância. Um dos principais, está relacionado às resoluções de tela e a forma como os sites deveriam se adaptar a elas.

Mas o pior dos mitos, sustentado por alguns de nossos clientes de pequenas a grandes empresas, e com o qual eventualmente precisamos lidar com muita maturidade, está relacionado à barra de rolagem das páginas principais.

Esse texto pretende esclarecer algumas informações e espantar alguns mitos relacionados à rolagem e ajudar nossos clientes a superá-los. Mas antes vamos descrever melhor esse mito.

Qual é o mito? Fala pra mim!

Alguns clientes acreditam que toda a página principal de seu site deve caber na tela do usuário assim que o site for carregado, de modo que não seja necessário o usuário “rolar” a página para ver o “restante”. Alguns chamam isso de “dobra” (dobra do site), em referência aos jornais impressos. A dobra é o tamanho exato da tela dos visitantes. Estar dentro da dobra, significa não ter rolagem.

Sites com rolagem possuem 2 ou mais dobras. Quantos mais dobras um site possui, mais rolagem ele terá. Estes clientes não acreditam que o usuário irá rolar a página para ver o restante do site (sic) e que as informações selecionadas como “principais”, que justificam terem sido selecionadas para estarem ali na famosa “home”, “página principal” ou ainda “capa do site”, não serão vistas pelos visitantes se não estiverem dentro da primeiro dobra. Ou seja, tudo deve estar visível, sem a necessidade do usuário perder tempo rolando a página.

Damos a isso o nome “Mito da barra de rolagem”.

Parte deste mito foi também sustentado não somente pelos clientes, mas também por profissionais, baseado em estatísticas antigas, algumas delas inclusive dos livros mais antigos de Jakob Nielsen, o famoso escritor que é referência mundial em usabilidade para internet. Mas o fato é que, de 2004 até hoje, a web mudou muito, hoje estamos na era dos vídeos, podcasts, redes sociais, usuários navegando em celulares e smarthphones etc.

Outra origem do mito da barra de rolagem veio dos jornais impressos (sério), nos quais a publicidade inserida na primeira dobra do jornal valia muito mais do que aquela inserida na segunda dobra. Ou seja, os “designers das antigas” acreditavam que tudo aquilo que fosse importante deveria chamar a atenção logo no primeiro e segundo quadrante do jornal (correspondente a primeira dobra), e esta lógica foi transferida para a web, sem muita explicação. Se site fosse vendido em banca de jornal, até faria sentido, mas acho que não é o caso.

Veja a imagem abaixo, que mostra o site da Webroom, com diferentes “dobras”, em 3 diferentes resolução de tela.

Observe que quanto menor for a resolução de tela (no exemplo acima 800×600), maior é a barra de rolagem, e quanto maior a resolução (1280×900), menor é a barra de rolagem. Ou seja, se a parte principal dessa briga está relacionada a resolução e tamanho das telas, vamos para a segunda parte da briga. Quais as resoluções de telas mais usadas hoje?

As coisas não são mais como eram antigamente

O gráfico abaixo mostra as estatísticas mundiais do Market Share de resolução de tela de abril de 2009. Veja você mesmo a lista das resoluções de tela existentes no mundo. O gráfico mostra a resolução de 800 x 600 em último lugar na lista das principais resoluções, com 4,19%.

Curiosamente, existem alguns fatos sobre o assunto que já são considerados antigos. Segundo uma pesquisa divulgada pelo ClickTable de pesquisa realizada em 2006, 91% das páginas web no mundo possuem rolagem, 76% dos usuários fazem uso da rolagem assim que entram no site e 22% costumam rolar a página até o final, independente do tamanho. Sabe onde ficam os outros 24% que não rolaram a página até o final? Provavelmente, eles chegaram no seu site e não se interessaram por ele ou, simplesmente, sabiam aonde queriam ir e já foram direto no item de menu que lhes interessava.

Onde fica a dobra do seu site?

Sinceramente, atualmente não existe um local exato que podemos chamar de “dobra do site”. Consigo desbancar o Indiana Jones e achar a arca perdida, mas não é possível achar a dobra de um site, ela simplesmente não existe. Primeiro porque dobra é coisa de jornal, segundo porque quando a maioria dos monitores do planeta tinham resolução de 800×600 até podíamos considerá-lo como o ponto de partida (e não definitivo). Mas, hoje, como comprovado no gráfico acima, existem várias resoluções no planeta que vão fazer os designers perderem as estribeiras se estiverem preocupados com a “dobra do site” na hora de construírem seus layouts.

Os donos de sites (nossos clientes) e os profissionais da web, precisam se preocupar muita mais com a usabilidade (facilidade de uso) e o conteúdo de qualidade, do que com qualquer outra coisa. Já foi provado cientificamente que os usuários não tem medo de usar a barra de rolagem (já inventaram mouses com rodinhas, lembra?) e eles farão uso dela se acharem necessário, acredite. O relatório conclui que é impossível “achar” a dobra do site, ou seja, determinar onde exatamente seria o trecho a partir do qual poderíamos concluir que não haveria rolagem. Será que isso foi argumento suficiente para considerarmos o mito derrubado? Só vocês podem me dizer!

Mais referências sobre rolagem:

Comentários: 5

Novo Windows chega ao público em versão teste

08 mai

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos, Dicas

Apesar de o lançamento oficial estar previsto somente para julho deste ano, a Microsoft resolveu inovar e anunciou no último dia 05 de abril a liberação para o grande público de uma versão de teste do Windows 7, o tão aguardado sucessor do Windows Vista.

O objetivo desta iniciativa é observar o desenvolvimento do sistema, o que revelaria precocemente as indisponibilidades e possibilitaria a correção dos possíveis erros, evitando assim a série de problemas técnicos que envolveram o Windows Vista e que culminaram na necessidade dos usuários realizarem downgrades para o Windows XP.

Segundo o site Diário Digital, a Microsoft afirma que este sistema será mais leve e mais simples e que, após testes feitos por especialistas, os erros do Windows 7 já foram  solucionados, resultando na versão Release Candidate (RC), próxima à versão final, que passará a ser comercializada  a partir de janeiro de 2010.

Para baixar o Windows RC, disponível em inglês, espanhol, alemão, francês e japonês, o usuário deverá possuir uma conta no Hotmail ou no MSN e se registrar como beta tester até o dia 30 de junho. Generosa, a licença para a utilização da versão de teste expira somente em junho de 2010.

Nenhum Comentário

Internet promove interatividade entre os meios de comunicação

08 mai

Por: Sarah Santos | Categorias: Artigos, Dicas

A tecnologia sempre foi uma forte aliada dos meios de comunicação. A evolução desses meios caminha lado a lado com as descobertas do mercado tecnológico e possibilita a difusão de informações para todos os cantos do planeta.

Dos meios impressos à Internet, o que chama atenção dentro desse processo evolutivo é que não houve uma substituição dos meios de comunicação, mas a integração dessas atividades.

A internet não surgiu como forma de ultrapassar os canais de comunicação, mas como uma possibilidade de expandir essa interação. As rádios, por exemplo. Procure no Google o nome da sua rádio favorita. Com certeza você vai descobrir toda a programação do dia, as músicas mais tocadas e a foto daquele locutor que você nunca imaginou conhecer.

Com o surgimento da TV,  o som ganhou imagens e, atualmente, até páginas na Web. O portal da Globo.com, por exemplo, além da programação do canal, disponibiliza notícias atuais, concursos, salas de bate-papo, e-commerce, games e outras várias formas de interatividade, tanto para o telespectador quanto para o internauta. Sem falar na tão esperada TV Digital.

Os jornais também não ficam de fora. Além das notícias impressas, alguns sites oferecem matérias exclusivas para o público online.

Hoje, já existem muitos sites que disponibilizam vídeos e podcast com conteúdos exclusivos. Além de muitos serviços que permitem baixar e publicar vídeos em alta definição para assisti-los no próprio computador.

Tudo isso prova que a Internet não veio para tomar o lugar de outros meios de comunicação. A tecnologia irá ajudar a alavancar ainda mais todos esses ambientes, pois eles interagem entre si. Afinal, jornais, rádio, TV e Internet, todos eles têm um mesmo objetivo: aproximar a informação do cotidiano das pessoas.

Nenhum Comentário

Facebook e Twitter ganham espaço no Brasil e disputam a popularidade com o Orkut

30 abr

Por: Sarah Santos | Categorias: Artigos, Dicas

Você conhece alguém que não possua um perfil no Orkut?

Se a sua resposta foi não, saiba que popularização dessa rede social no Brasil já não é nenhuma novidade. Aliás, novidade mesmo são as redes sociais que vêm conquistando os internautas brasileiros: o Facebook e o Twitter.

O famoso Orkut (não tão famoso nos EUA e Europa) tem recebido apenas 500 mil usuários por mês, contra 68 milhões de acessos do Facebook nos últimos meses. O motivo? O Facebook, apesar de ganhar espaço há pouco tempo no Brasil, é a rede social mais popular dos EUA. Assim, se você deseja conhecer ou encontrar contatos que estejam fora do país, essa é uma ótima opção.

Além disso, o site recebe uma quantidade pequena de spams e possui uma série de funcionalidades que o Orkut ainda não apresenta.

Outra rede que ganha espaço entre os usuários brasileiros é o Twitter. A grande sacada desse site são as atualizações que ocorrem em tempo real, ou seja, todas as mensagens e updates realizados no seu perfil podem ser visualizadas pelos seus seguidores. Você envia recados para todo mundo de forma rápida e fica por dentro de tudo o que acontece na rede.

Orkut, Facebook ou Twitter? Escolha a sua rede social e faça amigos, afinal, a interatividade nunca esteve tão em alta.

Nenhum Comentário

Marketing viral, essa ideia pega!

30 abr

Por: Fernanda Naves | Categorias: Artigos, Dicas

A intenção é fazer com que a sua campanha atinja um grande número de pessoas rapidamente e que a sua ideia se espalhe pela Internet. Muitas estratégias ajudam a divulgar conteúdos, mas como fazer com que um viral se multiplique na Web?

Dicas não faltam pra que isso aconteça: um bom conceito para a criação, linguagem simples, uso adequado de tags e SEO. Além disso, virais são ideias que adquirem credibilidade, por serem replicadas pelos próprios usuários para contatos dos quais eles já conhecem os gostos e preferências.

Em primeiro lugar, capriche na ideia, seja sucinto e crie bons conceitos. Não é muito difícil intuir que ideias ruins não recebam indicação, principalmente, em um espaço como a Web, onde os usuários têm nas mãos a decisão de escolha do que eles consideram o melhor conteúdo.

Por isso, acerte criando textos e vídeos curtos e com linguagem simples. Eles possuem apelo maior para serem recomendados. Em geral, dificilmente alguém vai indicar um conteúdo que não tenha compreendido ou que avalie que não seja útil para quem o recebe.

Aliás, o valor de uma ideia é medido não somente pela utilidade que ela tem para o destinatário. Para quem recomenda é sempre muito importante considerar se a indicação ou se a própria pessoa será bem vista aos olhos de quem recebe. Portanto, quando mais emoção a sua ideia causar, mais ela será assunto para muitas pessoas.

Por último, fique atento ao SEO (Search Engine Optimization). Utilize títulos objetivos que falem muito sobre o assunto, faça uso de tags que facilitem a busca das informações e divulgue a sua peça em sites de compartilhamento mais acessados (Twitter, Orkut, Youtube, blogs etc.). Isso fará com que a sua peça adquira audiência, maior visibilidade e uma lista extensa de indicações.

Durante a campanha presidencial de Barack Obama, esse vídeo,  com o famoso slogan “Yes We Can”, foi produzido por will.i.am (Black Eyed Peas) e postado no Youtube. Em pouco tempo, o vídeo foi re-postado por outros usuários e, entre todas as postagens, assistido mais de 20 milhões de vezes.

Alguém se dispõe a contestar o poder de alcance de um viral?

Resultado: Após tantas ações de marketing, no dia 4 de novembro de 2008, os EUA elegeram Obama como seu novo presidente.

Nenhum Comentário

Autor de Santos Dumont número 8 recria livro no Twitter

23 abr

Por: Jussara Cury | Categorias: Artigos, Dicas

santos_dummontConta-se que o pai da aviação, Alberto Santos Dumont, numerou suas invenções de 1 a 22. Somente a invenção número 8 não constava em quaisquer registros.

No livro “Santos Dumont número 8”, o carioca Cláudio Soares realiza um mergulho no mundo de superstições que envolviam este genial inventor que pode nos levar a crer que a invenção número 8 tratava-se do próprio 14 Bis.

Agora, os twitteiros de plantão poderão acompanhar essa história. Cláudio Soares criou o perfil @SD8, abreviação para o título da versão impressa, que procura não somente copiar e colar os textos do livro, mas também personalizar a obra, criando sua versão online. “A idéia é identificar formas de personalizar a experiência de leitura, de acordo com as preferências do leitor, usando para isso o potencial de adaptação da internet”, disse o autor em entrevista ao G1.

Esta experiência, apesar de inovadora, encontra sua maior dificuldade na absorção sequencial da narrativa. Por isso, foi preciso que o escritor a dividisse em vários perfis, oferecendo opções para que os leitores ‘capturados’ no Twitter pudessem sempre acessar e ler a história completa.

O SD8 é uma ação pioneira na twitterização de um livro brasileiro e os internautas poderão acompanhar os twitts desta iniciativa até o dia 20 de julho. Segundo Soares, o seu principal objetivo é “experimentar uma multinarrativa interativa, personalizável, sinestésica, distribuída, linkada a canções, vídeos e artigos da Wikipédia.”

Em plena era digital, essa seria uma forma interessante de promover grandes cânones da literatura. Será que essa moda pega?

Comentários: 3