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O E-mail Marketing ainda dá resultado, pode apostar.

14 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

Novas pesquisas comprovaram o que parecia ser dúvida para alguns profissionais da comunicação: o e-mail marketing continua dando resultado e tendo boa aceitação por parte dos usuários.

A ABRADI (Associação Brasileira das Agências Digitais), realizou recentemente a 2ª edição do Censo Digital e o resultado obtido foi o seguinte: a ferramenta ocupou a 3ª colocação entre as competências mais significativas das mais de 150 agências digitais que responderam as questões, perdendo apenas para websites e programação.

Com base nessa pesquisa, fica evidente que neste segmento o e-mail marketing ocupa um lugar de destaque porque gera resultados expressivos e mensuráveis tanto para a agência digital quanto para o cliente. Apesar de todas as mudanças provocadas pelas redes sociais, outra pesquisa feita pela Forrester revela que os e-mails promocionais influenciam na compra de 12% dos consumidores e são o 2º fator determinante para a realização de uma compra online (76%), perdendo apenas para familiaridade com a marca (78%).

A última delas, mas não menos importante, foi conduzida pela Inova Tecnologias e mostra que 76% dos usuários preferem (diante de vários veículos online) receber novidades e ofertas das empresas através de e-mail marketing, mas também esperam, evidentemente, que essas mensagens venham com conteúdo editorial relevante.

Bom, amigos internautas, aquele e-mail que está na sua caixa de entrada, no momento, certamente ainda tem lá as suas qualidades e ainda continuará sendo enviado.

Fontes: BlueBus, Dinamize e Exame

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Compra coletiva, você ainda vai fazer uma.

12 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

- Depilação completa de R$ 135 por R$ 29
- Pacote de viagens para Porto Seguro de R$3.450 por R$1.725
- Pizza grande de R$ 35 por R$ 9,90

Não gente, ninguém está doido! Essas ofertas são reais e estão na internet. Bem vindo ao mundo das compras coletivas onde descontos como estes são aos montes e muito bem aproveitados.

Para quem ainda não sabe bem do que se trata, o blog da Webroom explica.

O modelo mais comum funciona assim: um site oferece um serviço ou produto com descontos de 50% a 90%, durante 24 horas, mas esse preço baixinho só tem valor se um número determinado de pessoas comprar a oferta. Depois de atingido esse número mínimo, todos ganham cupons que dão direito à promoção.

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos” e tem virado de ponta cabeça o e-commerce. Graças a este conceito, o brasileiro descobriu uma nova forma de comprar pela internet, com muito mais economia e praticidade.

De acordo com o Blog Ecommerce, este serviço nasceu em 2008 nos EUA, através da pioneira GroupOn. No Brasil, teve início com o Peixe Urbano, lançado no final do mês de março de 2010 e é febre desde então. O país já conta com 405 sites de compra coletiva, segundo registros contabilizados pelo Bolsa de Ofertas. O número é grande, e pelo que estamos vendo por ai, parece que não vai parar de crescer.

Os sites de compra coletiva mexem com um fator que é fundamental na hora da compra: o tempo. O relógio está correndo e o consumidor faz a compra por impulso. Muitas vezes, ele não precisa tanto daquilo que está levando, mas compra. A promoção está lá, vai durar muito pouco e, na dúvida, muitos optam por aproveitar.

Esses sites vem se tornando uma estratégia de marketing tão eficaz que muitas empresas de pequeno e médio porte estão adotando a iniciativa e, cada vez mais, se surpreendendo com os resultados. “Na maioria das situações, a gente bate o mínimo por muito. A gente teve uma iogurteria no Rio de Janeiro que, achou que o número mínimo era 50, e a gente vendeu 23 mil frozen yogurts em 24 horas, que é o número que eles vendem em três meses”, diz Júlio Vasconcellos, criador do site Peixe Urbano.

Quando se fala em compra coletiva, também devemos chamar a atenção para os sites agregadores. A rápida proliferação das páginas de compra coletiva provocou o surgimento de um novo tipo de site, os que agregam as ofertas. O primeiro deles, o SaveMe, surgiu em julho de 2010 e reúne em um mesmo ambiente todas as ofertas de sites de compras coletivas e clubes de compras do país divididas por cidade e por categorias de produtos e serviços.

Se você ainda não fez nem uma comprinha por esses sites, prepare-se!

Fonte: G1

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Webroom é Notícia: Jornal Correio faz reportagem sobre a empresa.

03 jan

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Notícias, Webroom

O ano de 2011 mal começou e já temos uma boa notícia para dar aos nossos leitores!  A Webroom ganhou no último domingo, dia 02/01, uma reportagem especial no Correio de Uberlândia, tradicional jornal da cidade. O início das atividades,  as parcerias, o crescimento, a expansão entre outros fatos que marcaram a nossa história puderam ser conhecidos na coluna “Empreendedorismo”. Confira a matéria na íntegra:

O futuro visto com os olhos da juventude

Empresa originada por estudantes há dez anos destaca-se na cidade e expande-se para outros estados

De um trabalho escolar nasceu uma das empresas mais proeminentes da cidade no setor de tecnologia da informação. Isso foi há pouco mais de dez anos, quando um grupo de cinco alunos do Instituto do Triângulo de Formação Gerencial (ITFG) precisou desenvolver um site para a escola.  O publicitário Alceu Pereira do Couto Neto foi convidado a desenvolver o layout da página e dali nasceu uma parceria sólida que desencadearia, meses mais tarde, a formação da empresa Webroom.

O cunhado de Alceu, Frederico Gustavo, era um dos estudantes da escola. Após o desenvolvimento do site, a parceria teve de se manter para criar o projeto de finalização do curso. A química entre os estudantes e o publicitário foi tão afinada que o grupo resolveu abrir a empresa, com ele e mais um professor do ITFG.

E assim, em um tempo no qual a internet ainda era algo embrionário, o grupo decidiu alçar voo no território virtual. Durante seis meses, o trabalho foi informal, com a empresa funcionando em uma sala emprestada. Segundo Alceu, uma situação atípica. “Foram tempos difíceis. O nosso trabalho era desenvolver internet e trabalhávamos sem ter internet e sequer telefone”, disse Alceu.

Segundo ele, a grande dificuldade para a empresa se consolidar era a ausência de portfólio. Para superar o impasse, o grupo decidiu criar o projeto de um portal da cidade, incluindo até mesmo plano de negócios e de viabilidade econômica.

O projeto foi apresentado para um investidor, que concordou com o desafio não somente de patrocinar o projeto como propôs ao grupo a abertura de uma empresa, na qual ele teria 50% da sociedade.

Antenados e cientes do valor do grupo, os jovens recusaram a oferta e decidiram caminhar pelas próprias pernas com o aporte de apenas um computador.

Grupo teve apoio de associação comercial

A empresa hoje conta com 55 colaboradores e tem filiais nas cidades de Goiânia, Brasília e São Paulo

O primeiro trabalho de expressão desenvolvido pela empresa foi o portal da cidade, batizado de Udi Center. Recorreram a parcerias para a geração de conteúdos, como o chargista Maurício Ricardo Quirino, a rede de cinemas Cinemais e o historiador Antônio Pereira, entre outros, e o lançaram em um estande gentilmente cedido pela Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (Aciub), dentro da Feniub, feira anual que a entidade promove.

A partir daí, com o espírito empreendedor, a empresa foi buscando novos horizontes. A essa altura, já haviam desenvolvido projetos para clientes como a Fundação Maçônica de Uberlândia, a rede Cinemais, o charges.com e uma página que teve grande repercussão regional, o site Fala X, até chegarem à parceria que traria novos nortes para a empresa, o site Megaminas, do qual a Webroom assumiu toda a parte de entretenimento.

Fala X foi o começo de tudo

A empresa Webroom lançou, em 2002, o primeiro site da região em cobertura fotográfica de eventos, o Fala X. Em pouco tempo, o site cresceu e estava maior do que a empresa. Estava em Uberlândia, Uberaba, Patos de Minas e New Jersey, nos Estados Unidos.

O site era visto como gerador de conteúdos, o que não era a proposta do grupo, cujo objetivo inicial era gerar desenvolvimento de internet.

Neste período, eram sócios, além de Alceu, Antônio Carlos e Frederico, Daniel Oliveira, Cid Cunha, Marco Júlio e Evandro Prieto, sendo que estes quatro últimos se desligaram da sociedade em 2005 e 2006.

Daniele Oliveira, na época namorada de Alceu e sua atual esposa, trabalhava na TV Integração, onde soube da chegada do Portal Megaminas, facilitando a proximidade do grupo com a proposta e com a consolidação da parceria que, posteriormente, se transformaria em sociedade.

Conheça mais a empresa Webroom

Atuais sócios da empresa

Alceu Couto – Era estudante de publicidade e trabalhava em uma agência quando foi colaborar na composição do site do Instituto do Triângulo de Formação Gerencial (ITFG), convidado por seu cunhado, Frederico Gustavo, estudante da instituição. Atualmente, Alceu está à frente da Webroom em Uberlândia.

Frederico Gustavo – Era um dos cinco estudantes do ITFG que deram origem à empresa. Hoje, ele vive em Brasília, onde cuida dos escritórios da empresa na capital goiana e na capital federal.

Antônio Carlos – Sogro de Alceu, era professor do grupo do ITFG e empresário do ramo de contabilidade. Uniu-se ao grupo por acreditar no potencial empreendedor dos jovens estudantes.

Produtos e serviços oferecidos

Uinet (sistema de gerenciamentos de conteúdos)

Presença digital (monitoramento de redes sociais)

Desenvolvimento de websites

Intranet

E commerce

Planejamento de campanhas online

Mídia digital

Alguns dos principais clientes

Algar

Brookfield

Sebrae

Charges.com

Eletrosom

RBS

Jaime Câmara

BBel

Monsanto

Martins

Arcom

Peixoto

Rotina

Paulo Otávio Construtora

Souza Cruz

Informações relevantes

Empresa tem 55 funcionários diretos

Em 2009, foram mais de 300 projetos desenvolvidos

Em 2010, empresa desenvolveu campanhas envolvendo mais de R$ 2 milhões em lançamentos imobiliários

Este ano, empresa foi agraciada com o Prêmio Master Imobiliários, o principal do mercado de imóveis, pelo Secovi, de São Paulo, o maior sindicato da habitação da América Latina

Linha do tempo

2000

O publicitário Alceu Pereira do Couto Neto é convidado por um grupo de estudantes do ITFG a colaborar com o desenvolvimento de um site e com o projeto de conclusão de curso

2001

Grupo decide prosseguir com a parceria, formando uma empresa. Para compor portfólio, lançam o portal Udi Center

2002

Empresa cria a sua própria sede e lança o site Fala X, sucesso na região e até no exterior. Surge na cidade o portal Mega Minas, do qual a WebRoom torna-se parceira

2004

Empresa cria filial em São Paulo

2005

Saída de maior parte dos sócios, permanecendo Alceu Couto, Frederico Gustavo e Antônio Carlos. Empresa cria escritório em Goiânia, para onde muda-se um dos sócios, Frederico Gustavo

2006

Empresa transfere sede para o bairro Martins e metade da sociedade é adquirida pelo Grupo Integração

2010

Faturamento da empresa aumenta em 80% em relação ao ano anterior

Fonte: Correio de Uberlândia

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Tendências em Social Media para 2011: Sua empresa merece um Feliz Ano Novo, não só no Réveillon.

30 dez

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Curiosidades, Dicas

Todo final de ano costuma ser assim; sempre tem alguém fazendo previsões para o ano que se aproxima. Saber a veracidade desse tipo de previsão é difícil, mas saber o que deve tornar-se tendência no que se refere à Social Media, digamos assim, é um pouquinho menos complicado! Confira, abaixo, algumas tendências apontadas em um estudo da E.life para sua empresa fazer bonito em 2011:

Migração: Orkut para Facebook

Este ano o Orkut deixou de ser líder na Índia. Acredita-se que em 2011 será a vez do Brasil assistir o começo do êxodo dos usuários do Orkut para o mundo de Mark Zuckerberg. Mais usuários do Orkut se registrarão no Facebook e levarão consigo uma legião de amigos. O efeito será sentido pelo líder absoluto brasileiro nas redes sociais.

Maior presença do atendimento ao consumidor nas redes sociais

No próximo ano, milhões de brasileiros continuarão reclamando ou elogiando bancos, companhias de telefone, supermercados e tantos outros serviços nas redes sociais. A diferença é que no ano que vem muito mais empresas estarão “lá” para ouvi-los e atendê-los (como eles merecem!).

Propaganda no Twitter

Provavelmente, já no segundo trimestre de 2011, as agências brasileiras terão um novo e gostoso desafio: criar microanúncios para o microblog que mais cresce no mundo. O Twitter ainda não revelou todos os detalhes de sua oferta de venda de publicidade, entretanto, já se sabe que para cadastrar potenciais anunciantes, dois formatos estarão disponíveis: tweets patrocinados e trends patrocinados.

Websites conectados à Redes Sociais

Em 2011, pelo que tudo indica, os websites estarão mais conectados às redes sociais, principalmente, as mais populares delas; Twitter e Facebook.

Foco maior no pré-compra

As empresas irão prestar mais atenção no comportamento de compra dos consumidores nas redes sociais, mapeando não apenas o pós-compra (a monitoraçao de buzz negativo), como acontece hoje, mas a intenção de compra. Isso permitirá que as empresas compreendão melhor quais aspectos os consumidores mais valorizam, quais as suas percepções sobre cada marca e os influenciadores na decisão de compra.

Fim das barreiras entre on e off

Redes sociais nos pontos de venda físicos, agências on-line em parceira com agências off e aplicativos desenvolvidos para consumidores nas lojas físicas. Muitas barreiras entre on e off serão derrubadas em 2011, essas provavelmente serão algumas delas.

A ascensão dos sensores de movimento

Depois do sucesso de smartphones, tablets e touchscreen, espera-se que no próximo ano vejamos cada vez mais dispositivos e ações com sensores de movimento, desde aplicativos simples como web cam games, até ações mais sofisticadas utilizando tecnologias semelhantes ao Kinect.

Fonte: Computerworld

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Brasil: Mais celular que gente, em apenas duas décadas.

28 dez

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Curiosidades

O telefone celular está completando os seus 20 anos de idade no Brasil. Os primeiros aparelhos portáteis chegaram no país em 1990. Naquela época, de portátil mesmo os telefones só tinham o nome, com uma bateria enorme e uma antena que não pegava na maioria dos lugares, os famosos “tijolões” não exerciam nem metade das funcionalidades que a grande parte dos aparelhos oferecem hoje, serviam apenas para ligar (e olhe lá!).

Em 1997 começaram as privatizações da telefonia. Surgiram várias operadoras no mercado, a concorrência aumentou e, conseqüentemente, a tecnologia também. Nos dias de hoje o celular já não é mais um simples telefone de bolso, eles acessam internet, tiram fotos, fazem vídeo-conferências, tocam músicas, nos dão “aquela forcinha” para achar endereços por meio do GPS, entre outros. O uso do aparelho caiu tanto no gosto dos brasileiros que, segundo a Anatel, o total de aparelhos já ultrapassa o número de habitantes do país. Somos hoje o sexto maior mercado do mundo em telefonia celular. Tem gente acessando mais internet pelos celulares do que pelos próprios computadores.

Por falar em internet, o aparelho celular, assim como a web, é considerado também uma ferramenta de marketing digital. Algumas companhias brasileiras utilizam o celular (principalmente os smartphones) como instrumento de relacionamento das marcas com seus consumidores, são as chamadas “empresas móveis” que integram os fatores: “site móvel”, “aplicativos” (para smartphones) e “SMS”.

As previsões para esses pequenos aparelhos que se tornaram febre no nosso país é que em um futuro próximo os celulares touch e dobráveis tornem-se tendência. Nem online, nem offline, o mundo hoje é multimídia!

Fonte: Bom Dia Brasil

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A publicidade online à frente da mídia impressa.

21 dez

Por: Marcelo Rezende | Categorias: Artigos, Notícias

O ano de 2010 não foi somente “O ano da virada das mídias sociais”. O gasto com publicidade online nos Estados Unidos  foi maior que o da mídia impressa pela primeira vez na história do país. Segundo pesquisa da Emarketer divulgada pelo Wall Street Journal quando este ano acabar, os anunciantes terão investido cerca de US$ 25,8 bilhões na internet contra US$ 22,8 em jornais, uma mudança que vinha se desenhando com a migração do público do papel para os meios digitais.

O gasto com publicidade na mídia impressa caiu 8,2% em 2010 e espera-se outra queda de cerca de 6% para 2011, diz o Emarketer. A tendência de queda vem acontecendo desde 2006 e não é restrita apenas aos EUA, o Brasil caminha à passos largos para esta mudança, afinal, já somos 66,3 milhões conectados e possuímos um dos maiores tempos de navegação do mundo.

Entre as principais características do Marketing na internet ou webmarketing, podemos destacar a rapidez na implementação das campanhas, a personalização, a possibilidade de mensuração,  a segmentação e o engajamento por parte do público-alvo, isso quando a campanha é elaborada de forma adequada.

Fonte: O Globo

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