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Como foi o Fórum Nacional de E-Commerce

25 mai

Por: Webroom | Categorias: Eventos

O Fórum Nacional de E-Commerce aconteceu no dia 20 de maio, quinta-feira. O evento reuniu profissionais da área de marketing, “experts” em vendas online que contaram suas experiências e deram dicas sobre como criar uma loja virtual e alavancar as vendas.

Alguns dos assuntos discutidos foram os meios de pagamento online, a segurança na web, e-mail marketing, soluções e plataformas para o comércio eletrônico.

Entre os palestrantes, estava Flávio Dias, diretor do comércio eletrônico da Walmart. Com mais de 10 anos de experiência, Flávio falou sobre como foi desenvolvido o e-commerce da rede de hipermercados, destacou a importância dos 4p’s dentro da organização, a comunicação integrada e o relacionamento com o consumidor.

Cesar Groh, da Livraria Saraiva, falou sobre o uso do e-mail marketing e a importância de se ter um e-commerce, argumentou sobre a importância  de cumprir prazos de entrega e de como as redes sociais ajudam na comunicação e no relacionamento com os clientes.

Aconteceram também diversas palestras interessantes que apresentaram dicas sobre como vender na internet, como a palestra de Stelleo Told, do Mercado livre, Alexandre Umberti, do E-bit, Jonatas Abbott, da Dinamize, Denis Smetana, do Pagamento Digital, entre outras. Ao final do evento, foram sorteados brindes, entre eles, 2 Ipods e 1 Ipad.

Apostando na proposta do evento, os profissionais Alessandra Mazzariolli, Aline Alvim, Fernanda Naves, Guilherme Oliveira e Júnio Santos estiveram presentes e acreditam que o evento superou suas expectativas. O próximo passo será alinhar conceitos e agregar novos conhecimentos, disseminando o aprendizado que obtiveram entre os demais colaboradores.

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Marketing digital sem estratégia e sem conhecimento? Melhor não fazer.

06 mai

Por: Henrique Costa Pereira | Categorias: Artigos

A internet mudou a rotina e o comportamento dos negócios no mundo inteiro. Não há como não sentir essa revolução no mercado, seja você consumidor final ou empresário. Tudo mudou pra todo mundo.

A papelaria aqui do lado vende a mesma edição de um dicionário inglês/inglês que a Amazon vende pela internet. E a Amazon (http://www.amazon.com.br/) por sua vez, entrega seus produtos para praticamente todos os cantos do planeta. Dependendo do produto, sua compra pode sair mais barata do que se você comprasse em uma loja física no Brasil!

Como isso é possível?

Nos últimos anos, o marketing digital se consolidou como um conjunto de ações eficientes e maduras, desenvolvidas para explorar e promover novos mercados e clientes. Não dá pra ignorar esse fato.

Entretanto, nem tudo são flores na Internet. Realizar o chamado Marketing digital sem estratégia e sem conhecimento pode afundar de vez o seu negócio. Nesse caso, é melhor não arriscar.

Muitos empresários já entenderam que não dá para ficar de fora da internet. Essa tomada de consciência é muito importante, porém, o grande problema está exatamente em como esses empresários estão buscando soluções para o marketing digital de suas empresas, que, na maioria das vezes, são soluções caseiras, amadoras e prejudiciais ao negócio. Mas é claro, eles só vão descobrir isso quando for tarde demais…

O resultado disso são micos inimagináveis, como a perda de credibilidade, punições em mecanismos de busca, desperdício de dinheiro, dentre várias outras. Veja abaixo vários erros que são conseqüência da falta de conhecimento e de estratégia no marketing digital:

E-mail marketing às avessas: a prática de Spam

Comprar mailings em camelôs e disparar milhares e milhares de e-mails, faz o empresário acreditar que, se 5% dos milhões de e-mails que ele enviou realizarem uma única compra, as chances desse grupo se tornar clientes aumentam. A verdade por trás disso é muito mais sombria:

  1. O e-mail marketing que ele enviar não vai seguir nenhuma boa prática de desenvolvimento. E também não vai seguir nenhuma boa prática de design. Basicamente será feita uma imagem ruim e sem credibilidade que vai cair na caixa de spam da maioria dos e-mails que ele enviar.
  2. As black lists de servidores de spammers podem incluir o endereço de e-mail dele nessas “listas negras”, caracterizando o domínio e o servidor de hospedagem, como servidores spammers.
  3. Se o e-mail for enviado em massa de um “Outlook”, automaticamente ele também já vai para a blacklist de vários servidores na web.
  4. Os possíveis “clientes” que vão receber a mensagem e que possuem conhecimentos de internet vão notar que o e-mail que receberam foi enviado por uma empresa que pratica “spam”. Esses são os usuários que mais contribuem com a melhoria dos sistemas anti-spam dos melhores serviços de e-mail do mundo, como o Gmail, HotMail Yahoo!, etc. Esses usuários vão marcar sua mensagem como “spam” e treinar esses sistemas para ignorar o tipo de mensagem que você envia. Dessa forma, se você manter essa prática por algum tempo, esses serviços passam a considerar todas as mensagens vindas do seu site, como spam, até mesmo para aqueles usuários que não marcaram sua mensagem como spam. Simplesmente porque agora eles estão treinados.
  5. A essa altura, a credibilidade de uma empresa que realiza essa prática, já terá ido inteira para o brejo.

Trapaceando com otimização nos mecanismos de busca

A segunda “solução” xing ling de marketing digital mais comum são as estratégias de otimização de mecanismos de busca, que utilizam técnicas que tentam burlar a lógica dos mecanismos de busca. As chamadas técnicas de “black hat SEO”, tem como objetivo melhorar o posicionamento dos sites nos mecanismos de busca em relação a alguns termos, trapaceando ou fazendo o Google acreditar que aquela página é mais relevante ou importante do que ela realmente é. Ou não é, neste caso.

O caso mais famoso de trapaça em mecanismos de busca é o caso da BMW, a famosa fabricantes de carros da Alemanha. O site foi excluído dos resultados de busca por utilizar esse tipo de prática. O caso foi considerando um dos grandes micos do marketing digital. As empresas que praticam essas ações têm um futuro muito, muito curto no Google.

Links patrocinados mal feito é igual desperdício de dinheiro

O Google AdWords é a principal ferramenta de links patrocinados em mecanismos de busca do mundo. Qualquer um pode ir lá, se cadastrar e começar a criar anúncios. É relativamente simples usá-la, mas, desde que você saiba exatamente o que está fazendo. No mundo do marketing digital, links patrocinados é uma ferramenta muito importante e poderosa quando se trata de alcançar clientes de forma segmentada.

Entretanto, os estragos resultantes de uma campanha de links patrocinados mal feita nem são tão graves quanto o dos dois itens anteriores. Mas aqui, o problema está no desperdício de dinheiro. Quem não sabe o que está fazendo estará dando tiros no escuro, sem estratégia e o prejuízo será sempre proporcional ao dinheiro investido. Se você não sabe onde quer ir com links patrocinados, se não consegue montar estratégias de anúncios, não vá a lugar algum se não quiser desperdiçar dinheiro.

E-commerce sem design, sem estratégia e sem segurança só transmite falta de credibilidade

A credibilidade dos e-commerces é sustentada por vários fatores e muitos deles são relacionados à construção do e-commerce. Boas práticas de design, HTML, conteúdo, CSS (código), usabilidade, design centrado no usuário, landing pages e vários outros conceitos influenciam muito na experiência que os seus clientes vão ter ao comprar no seu site. Assim como existem dezenas de estudos sobre boas práticas de layout de lojas físicas, existem outras milhares de boas práticas relacionadas as lojas virtuais, tanto da organização quanto da parte técnica. A ausência de certos elementos na sua loja virtual pode comunicar a falta de credibilidade, que será responsável pelo abandono dos visitantes do seu site. As conseqüências disso não poderiam ser mais graves.

Seeding em redes sociais mal feita

Todo mundo quer estratégia de marketing boa e barata. Até eu quero! E quando se fala em “barato”, a galinha dos ovos de ouro da vez chama-se redes sociais (ou redes de relacionamento). Todos pensam que essas redes gratuitas, como: Orkut, Facebook, Twitter, etc, são lugares ideais para fazer propaganda, adicionar pessoas, propagar produtos e vender muito mais!

Pense comigo. Se é de graça, todo mundo está fazendo a mesma coisa, e sem estratégia é o mesmo que estar ao lado de centenas de pessoas gritando alto de igual modo. Tem mais empresas gritando do que pessoas pra ouvir. O grande problema está no fato de que a maioria dessas empresa não sabe gritar. A consequencia disso é que os usuários aprendem a ignorar aquelas empresas que não seguem as regras de etiquetas das redes sociais. Isso acarreta em mais uma forma de perder credibilidade.

Curiosamente, os maiores micos do marketing digital estão relacionadas com a propagação de informações nas redes sociais. Isso também é conhecido como seeding. Seguir boas práticas para realizar a movimentação de informações em redes sociais é fundamental pra não ser mais um que grita errado.

Se for pra fazer errado, não faça!

Estes são apenas alguns dos vexames mais famosos no marketing digital. E eu defendo a estratégia do “não faça nada” se você não souber como fazer. Ou você contrata profissionais especializados em web, ou você contrata uma empresa. Mas se não tiver estratégia e não souber por onde ir, ficar quieto te dará menos dor de cabeça, acredite.

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E-commerce – interatividade e excelente retorno financeiro

27 fev

Por: Webroom | Categorias: Notícias, Soluções

E-commerce, também conhecido como comércio eletrônico, é um processo de negociação on-line que utiliza as facilidades e benefícios da Internet para gerar rentabilidade.

Esse processo funciona como uma loja virtual, aberta 365 dias no ano, 24 horas por dia, com grande potencial de retorno financeiro, com poucas interferências humanas e baixo custo de manutenção.

Como todas as negociações de e-business, o e-commerce exige análises criteriosas e planejamento detalhado de todos os fatores que interferem no negócio.

Por isso, ao pensar em E-commerce, entre em contato com a Webroom que possui experiência e tecnologia adequadas para planejar, criar e montar lojas virtuais nos moldes dos grandes players do mercado.

Entre em contato com nosso Departamento Comercial e conheça mais sobre esse serviço

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Tecnologia e tradição nunca estiveram tão próximos!

07 jan

Por: Webroom | Categorias: Clientes, Notícias

Não há nada mais prático do que unir experiência e modernidade. Principalmente quando se trata de uma empresa como a Tecidos Miramontes, que possui 32 anos de tradição no mercado têxtil, atendendo Uberlândia e região.

O respeito aos clientes é a fórmula do sucesso da Miramontes e, sempre preocupada com satisfação e comodidade, irá lançar seu site de e-commerce, uma eficiente loja virtual que possibilitará a seus clientes comprar produtos da linha de enxovais, malas de viagens, mochilas, tapetes e tecidos com a qualidade que só a Miramontes tem.

Com experiência, tecnologia e recursos necessários para viabilizar esta nova jornada, a Webroom irá desenvolver o site de comércio eletrônico da Miramontes, que otimizará todo o processo de compra e venda de produtos on line da empresa .

Aguarde o lançamento de mais este projeto de excelência da Webroom.

Entre em contato com o nosso Departamento Comercial e impulsione também suas vendas.

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Vendas pela internet aumentam no Natal

10 dez

Por: Webroom | Categorias: Notícias

A comodidade, a variedade e a facilidade de comparar preços estão entre os fatores que atraem consumidores a este tipo de mercado.

A crise financeira mundial tem deixado muita gente com medo de pôr a mão no bolso na hora de comprar os presentes de Natal. No entanto, em uma das datas mais aguardadas do ano, o comércio eletrônico nacional continuará aquecido.

Leia mais: Olhar Digital

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Pesquisa aponta 25% de aumento nas vendas pela internet durante o Natal

12 nov

Por: Webroom | Categorias: Notícias

O comércio eletrônico brasileiro deve registrar um faturamento de R$ 1,350 bilhão com as vendas para o Natal deste ano. Segundo a consultoria e-bit, esse resultado representa um crescimento de 25% em relação às receitas obtidas com o varejo na web entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro de 2007 (R$ 1,082 bilhão).

Leia mais: Folha Online

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