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2º Seminário Internacional de Jornalismo Online

09 set

Por: Webroom | Categorias: Notícias

O MediaOn é um fórum internacional criado por jornalistas e profissionais da internet para debater os rumos de suas atividades e as tendências da informação no mundo digital. A segunda edição acontece entre os dias 9, 10 e 11 de setembro de 2008 e debaterá a expansão das redes sociais na internet e as coberturas na web das campanhas eleitorais norte-americana e brasileira.

Leia mais informações no site oficial do evento.

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Educação e tecnologia, avanço ou retrocesso?

09 set

Por: Webroom | Categorias: Artigos, Notícias

A educação evolui a todo momento, isso ninguém pode negar. A tecnologia sofre avanços que não conseguimos acompanhar a olhos nus. Inegável e evidente também é o fato de que um processo influencia o outro, e, com certeza esta ligação tem várias consequências.

Como devemos então encarar a união tecnologia-educação? Como esta relação se dá e quais são os riscos que o processo de ensino aprendizagem pode sofrer com essa deliciosa, porém, perigosa combinação?

Primeiro devemos nos atentar sobre a correria do dia-a-dia que não atinge somente os adultos, mas, principalmente jovens e crianças que estão, a todo momento, imersos em alguma atividade, seja ela por obrigação ou não.

Quem se lembra das visitas às bibliotecas, a busca complicada por livros empoeirados e difíceis de encontrar devido aos seus estranhos códigos? Pois é, hoje em dia somente os mais saudosistas vão à biblioteca, pois a busca por palavras-chave, assuntos e autores está muito mais fácil, prática e acessível com os buscadores da internet.

No entanto, essa realmente não é a questão, pois não há problema nenhum em usar a tecnologia e seus avanços a nosso favor. Mas a pergunta que não quer calar é: até que ponto este uso está realmente nos auxiliando?

Acredito que isso depende. Depende de como a tecnologia e suas praticidades são usadas. Questões sobre plágio, citação, cópia, fontes, são assuntos que sempre devem estar em pauta quando um professor solicita aos seus alunos algum trabalho ou pesquisa.

Cabe aos educadores mostrar aos seus alunos como o acesso a internet pode facilita a vida deles, mas que esta “mão na roda” também pode levá-los a um caminho sem volta. Digo sem volta porque uma pessoa que não possui capacidade para diferenciar o que é cópia do que é pesquisa pode acabar tomando o caminho do que eu costumo chamar de texto “mosaico”, ou seja, um texto montado a partir de vários outros textos, sem referências e citações adequadas, diferentes linguagens e estilos que, com certeza, deixam muitos professores e leitores de cabelos em pé!

A evolução da educação assim como da tecnologia, ou qualquer outro avanço, facilita a vida de meros mortais, que como nós, tentam adequar-se a um mundo que parece girar bem mais rápido que há alguns anos. Por isso, a relação tecnologia-educação deve ter sempre intrínseca uma única palavra: ética. É por meio dela que saberemos aproveitar da melhor forma possível tudo o que está ao nosso redor. Caso contrário, quem vai ficar para trás é você!

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Você tem perfil?

03 set

Por: Henrique Costa Pereira | Categorias: Notícias

A quantidade de novos profissionais (e novas profissões) que surgiram está relacionada ao amadurecimento do que chamamos de “web”.

Nos anos 90 existia a figura do profissional conhecido como “webmaster”, que era aquele profissional que vendia o site, visitava o cliente, fazia o design, o HTML e ainda programava o site. Dos anos 90 aos dias atuais, a quantidade de novos profissionais (e novas profissões) que surgiram está intimamente relacionada ao amadurecimento do que chamamos de “web”. Hoje existem webwriters, programadores, designers de interface, arquitetos de informação, analistas de requisitos, analistas de marketing digital, designers de interação e mais algumas especialidades eventuais que podem estar envolvidas atrás de um único projeto para a internet.

E é nesse cenário de hoje que recebemos dezenas de currículos diariamente aqui na Webroom, redatores, programadores, designers, analistas, entre outros, e vejo a quantidade de pessoas “fora do perfil” de interesse da empresa, totalmente despreparados para trabalhar com web. E não estou falando despreparo por falta de experiência profissional, que em muitos casos a maioria tem, e sim um despreparo intelectual, despreparo em conhecimento da dinâmica da web.

O objetivo deste texto é mostrar o perfil aproximado dos profissionais que estamos procurando para trabalhar na era pós Google, pós iPhone, pós Redes Sociais, pós compartilhamento P2P, entre outros.

1. Leia blogs relacionado a sua profissão. Nele, você encontra muitas dicas que você não encontra nos livros. E quando encontra, até aquela dica cair na mão de um escritor de livros, o tempo que vai levar até ele escrever, o editor aprovar, passar por revisão editorial, enviar para a gráfica, encadernar, negociar com transportadora, distribuir, e chegar as livrarias, os blogueiros já soltaram dezenas de outras dicas, em alguns casos muito superior aquela que você estava esperando chegar nos livros. O tempo gasto para fazer um post (artigo de um blog) entre a descoberta da idéia e sua publicação, leva 15 minutos.

2. Leia livros! Quem disse que livros perdeu seu espaço. Neles pode-se abranger um conceito ou idéia de forma muito mais ampla. Pior do que não ler blogs, é não ler livros.

3. Leia vários blogs. Sim, leia os blogs que também não estão relacionados a sua atividade. Leia sobre design, webwriting, vídeos, redes sociais, direitos autorais, música, esportes, comércio eletrônico, crescimento do setor imobiliário na web, ferramentas colaborativas, entre outros. Todo esse conhecimento você encontra de graça, nos blogs, escrito por quem coloca a mão na massa há anos.

4. Leia qualquer coisa, mais leia. A maioria das pessoas não gostam de ler por preguiça, ou, porque não sabe o que quer. Se quer crescer como um profissional que trabalha com web, você precisa ler.

5. Estude inglês, se você não sabe, caso contrário, vai fazer falta. Muita falta, principalmente se você for da área de tecnologia, o fato de não saber inglês vai tornar seu aprendizado mais lento e mais difícil. Acredite.

6. Navegue muito na internet, leia muito sobre internet, assine newsletter dos sites, compre pela internet, enfim, respire internet o máximo que puder.

7. Entenda como funciona todo o processo da produção de um site, desde a venda até a entrega. Mesmo que você não seja consultor comercial, ou programador, ou designer, ou redator, ou arquieteto de informação, ou o que quer que você seja, entender o quê as outras pessoas fazem no projeto é fundamental para entender onde o seu trabalho se encaixa.

8. Assine feeds de empresas e de blogs. Não acredito em alguém que diz estar atualizado nos dias de hoje e não sabe o que são feeds, ou, sabe e não usa.

9. Crie uma conta no delicious e pare de usar o favoritos do seu navegador.

10. A última dica, e, não menos importante, esteja disposto a aprender todo dia. A prática vai lhe mostrar caminhos diferentes.

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Operadora oferecerá um telefone móvel baseado no Android, software do Google

19 ago

Por: Webroom | Categorias: Notícias

T-Mobile será a primeira a adotar o sistema do Google e poderá ser concorrente direto do iPhone.

A operadora T-Mobile, da Deutsche Telekom, será a primeira a oferecer um telefone móvel baseado no Android, software do Google, informou o “New York Times” citando pessoas que conhecem os planos da empresa. O aparelho deve começar a ser vendido nos Estados Unidos antes do Natal, talvez já em outubro, informou o jornal.

Leia mais: G1

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Uma “super banda larga” é o objetivo de uma operadora de telefonia do país

12 ago

Por: Webroom | Categorias: Notícias

A Brasil Telecom implementa até o final deste ano uma rede de fibras ópticas para oferecer Internet em velocidades até cinco vezes maiores que as viabilizadas hoje por sua rede de cobre, opção também conhecida como “super banda larga”. A companhia segue iniciativa adotada pela Telefônica, que desde o final do ano passado levou a fibra óptica –antes restrita ao mercado empresarial– para as residências em alguns bairros nobres da capital paulista.

Leia mais: G1

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